segunda-feira, 20 de junho de 2016

Governadores pedirão a Temer ampliação do pagamento de dívidas por 20 anos


Governadores de 13 estados e quatro vice-governadores estão reunidos com o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, em sua residência oficial em Brasília. O assunto principal do encontro é a renegociação da dívida dos estados.
Estão presentes governadores do Tocantins, Espírito Santo, Amazonas, de Rondônia, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Alagoas, do Rio Grande do Sul, de Pernambuco, São Paulo, Goiás, do Rio Grande do Norte e Amapá. Os vice-governadores são do Piauí, Acre, Pará e da Bahia.
Os governadores defendem o alongamento da dívida por 20 anos, com a possibilidade de que os estados possam pedir carência de 100% das parcelas por dois anos, retomando o pagamento das prestações após esse prazo. O governo federal acenou com uma contraproposta que muda o período de carência do pagamento das parcelas da dívida dos estados com a União de 24 meses para 18 meses, com descontos escalonados.
Eles tratarão ainda da alteração das regras do Simples Nacional e da retomada das operações de crédito. O encontro ocorre antes de reuniões com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente interino Michel Temer, hoje à tarde.

Sindsaúde cobra explicação sobre possível vazamento de prova em Natal


O Sindicato dos Servidores em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde) anunciou nesta segunda-feira (20) que cobrará explicações sobre o possível vazamento de provas e exigirá uma investigação de todas as denúncias apresentadas contra o concurso público realizado pela Prefeitura de Natal para a rede municipal de Saúde. O exame foi realizado neste domingo (19).

Além da postagem em redes socias de fotos de uma prova que seria para o cargo de enfermeiro,houve confusão e a PM precisou ser chamada por causa da falta de cadernos de provas suficientes durante a aplicação do exame em uma universidade particular.
Em nota, o Sindsaúde também ressalta que, de acordo com o edital do concurso, "nenhum candidato poderia levar o caderno de questões, limitando-se a anotar os resultados para conferir com o gabarito. A proibição estendia-se até mesmo aos últimos candidatos a permanecer em sala. O edital também diz que o caderno estará disponível posteriormente no site da empresa Makiyama(empresa contratada pela prefeitura para a realização do concurso) para permitir a entrada de recursos. No entanto, o caderno ainda não foi disponibilizado".
Por fim, o Sindsaúde lembra que “a prefeitura ultrapassou em 187 dias o prazo determinado pelo Ministério Público para realizar o concurso e que a empresa arrecadou R$1.626.005,00 com as 93.929 inscrições”.
A Prefeitura de Natal lançou o edital do concurso no dia 3 de maio. Ao todo, são 1.339 vagas ofertadas e os salários chegam a R$ 5.062.

Ator Edson Celulari anuncia estar se tratando de raro câncer


O ator Edson Celulari (58) utilizou suas redes sociais para comunicar aos fãs sobre o início do tratamento de um linfoma não-Hodgkin, um tipo raro de câncer provocado pela produção excessiva de linfócitos anormais.

No Instagram, Celulari postou uma foto em que aparece careca, mas afirma estar bem e ao lado de pessoas amadas. Nos comentários, seguidores do ator desejam melhoras e compartilham histórias de superação.

Prefeita Fernanda Costa prestigia Encontro de Quadrilhas da Paulo Afonso


A Prefeita Fernanda Costa, acompanhada do Deputado Tomba Farias e de alguns auxiliares, participou neste sábado (18) do “Encontro de Quadrilhas” promovido pelo Arraiá da Paulo Afonso. O evento aconteceu na Avenida Paulo Afonso, no bairro Paraíso, e contou com a participação de oito agremiações.

Além do apoio logístico para a realização do evento, a Prefeitura de Santa Cruz, no começo desta atual temporada de apresentações, ofereceu uma ajuda de custo para a maioria das quadrilhas que se apresentaram no Encontro de Quadrilhas, seguindo critérios estabelecidos por meio de um Edital lançado no início do mês de junho. O valor total investido pela gestão da Prefeita Fernanda Costa nesta ação de fortalecimento da cultura popular, por meio do resgate das tradições juninas, foi de R$ 10 mil (dez mil reais).

Na ocasião, a Prefeita Fernanda Costa foi agraciada com uma lembrança do evento, com forma de agradecimento por todo o apoio oferecido pela sua gestão a essa importante manifestação cultural e popular, que são quadrilhas juninas.


Empresário Marcelino Dantas, inaugura nova loja na cidade de Araruna-PB





IV São João na Terra da Santa é encerrado com sucesso depois dois dias de programação na Vila de Todos


A Prefeitura de Santa Cruz promoveu dois dias de festa seguindo as verdadeiras tradições juninas. O IV São João na Terra da Santa, realizado nesta quinta (16) e sexta-feira (17) na Vila de Todos, reuniu centenas de pessoas e várias atrações. Houve apresentações de quadrilhas juninas de escolas e de bairro, apresentações culturais, brincadeiras, atividades recreativas, barracas com comidas típicas, uma ornamentação que promoveu um colorido especial ao local, além de muita alegria e animação. Serviços preventivos de saúde também foram oferecidos durante os dois do evento.

Idealizado na gestão da Prefeita Fernanda, o São João na Terra da Santa é um evento consolidado e atinge todos os anos o seu objetivo: promover para a população momentos de lazer, além de fortalecer a cultura popular através das tradições juninas.










domingo, 19 de junho de 2016

PT de Santa Cruz descarta união com Gilcelly e Josemar em reunião no último sábado (18)

No último sábado (18), o PT de Santa Cruz teve uma importante reunião para definir os rumos a serem trilhados no pleito de 2016, as possibilidades de uma união na chapa Gilcelly/Josemar são remotas.

O Partido dos Trabalhadores analisou que com o seu histórico de 3 eleições consecutivas tendo candidato a prefeito na chapa majoritária, e hoje contando com o mandato da senadora eleita Fátima Bezerra, o partido jamais deve se curvar e ter candidatos apenas na proporcional. O PT bateu o pé e decidiu que só havia possibilidade de conversa com o grupo de Gilcelly/Josemar se existisse espaço para o partido na majoritária,  coisa que não existe.

Doações a Henrique, Garibaldi, Agripino, Felipe e Walter coincidem com delação de Machado


As empreiteiras Queiroz Galvão, Camargo Corrêa e Galvão Engenharia fizeram doações eleitorais em 2010, 2012 e 2014 que coincidem com relatos da delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, revelados na quinta (16).
Levantamento da Folha mostra que ao menos 14 dos 25 citados receberam doações que sustentam a fala de Machado de que parte dos recursos ilícitos chegou a políticos por meio de doações oficiais.
O delator afirmou, por exemplo, que o ex-ministro Edson Santos (PT-RJ), recebeu R$ 142,4 mil da Queiroz Galvão nas eleições de 2014. De fato, segundo prestação de contas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a empreiteira doou, via diretório nacional, R$ 142,5 mil ao candidato em setembro daquele ano.
O mesmo acontece com o outros políticos, como o deputado Felipe Maia (DEM-RN), que recebeu R$ 250 mil em 2014 da Queiroz Galvão –no TSE consta uma doação da empresa, no valor, intermediada pelo diretório nacional do partido, antes da eleição.
Em outros casos, como o envolvendo Gabriel Chalita (PDT, ex-PMDB) e o presidente interino Michel Temer, a relação não é tão cristalina. Isso porque antes de 2014 os dados do TSE não trazem os doadores originários, fazendo com que as doações via diretórios tenham origem oculta.
Sobre Chalita, o delator afirmou que Temer solicitou R$ 1,5 milhão para a campanha do aliado à Prefeitura de São Paulo em 2012, que teriam sido pagos pela Queiroz Galvão.
Nos dados do TSE, vê-se que a empresa doou R$ 1,5 milhão ao PMDB em 28 de setembro daquele ano. No mesmo dia, a sigla repassou R$ 1 milhão a Chalita e, pouco depois, em 2 de outubro, outros R$ 500 mil.
Já sobre o governador interino do Rio Francisco Dornelles (PP), Machado afirmou que o então presidente do partido teria lhe pedido R$ 250 mil para ajudar o diretório carioca nas eleições de 2010. No TSE, constam duas doações neste valor feitas pela Queiroz Galvão ao PP-RJ, em 22 de setembro e 1º de outubro.
Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Sarney Filho (PV-MA), Cândido Vacarezza (PT-SP), Luiz Sérgio (PT-RJ), Francisco Dornelles (PP-RJ), Walter Alves (PMDB-RN), Garibaldi Alves (PMDB-RN), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Agripino Maia (DEM-RN), Ideli Salvatti (PT-SC) e Jorge Bittar (PT-RJ) também receberam doações compatíveis com a versão de Machado.
No caso da ex-ministra petista Ideli Salvatti, candidata ao governo de Santa Catarina em 2010, a doação de R$ 500 mil teria vindo da Camargo Corrêa. A empreiteira fez três doações nesse valor para o comitê financeiro do PT-SC nesse ano –e o comitê, por sua vez, doou cerca de R$ 2,9 milhões para Salvatti.
Nesses os casos, as empreiteiras fizeram doações aos diretórios nacionais e estaduais, que repassaram aos candidatos valores conciliáveis com a delação. O levantamento levou em consideração trechos que traziam nome do político, da empresa, ano e valor.

OUTRO LADO
Temer afirmou que nunca pediu recursos ilícitos a Machado e Chalita disse não conhecer o delator. Henrique Alves chamou as acusações de “irresponsáveis”.
Edson Santos as chamou de “absurdas” do delator e Vacarezza disse nunca ter pedido ajuda a Machado.
Os outros políticos afirmaram durante a semana que as doações feitas são legais. Salvatti não foi localizada para comentário.

Com salários atrasados, servidores da Saúde iniciam semana em greve


Natal irá iniciar a semana em compasso de espera pela greve dos servidores da saúde, já confirmada para ter início na próxima quarta-feira (22), com abrangência estadual. Os servidores cobram o pagamento em dia dos salários, o depósito da parcela do 13º, o retorno de uma gratificação, cumprimento dos acordos da greve passada e mais recursos para a saúde pública.
A greve também é motivada pelas ameaças à aposentadoria. Os servidores exigem a retirada do Projeto de Lei da Previdência Complementar da Assembleia Legislativa e denunciam a reforma da Previdência, preparada pelo governo Temer.
O Sindsaúde diz que buscou sem sucesso uma audiência com a atual secretária de Saúde, Eulália Alves. “O servidor da saúde está há seis anos sem reajuste, e nenhum salário paga um plantão de 12 horas com um corredor lotado, sem sabão e medicamentos. E o governo sequer é capaz de abrir negociações? Estão pedindo para a gente entrar em greve”, afirma Manoel Egídio Jr., coordenador-geral do Sindsaúde-RN.
Terceirizados
Antes dos servidores da saúde, os trabalhadores terceirizados da empresa Safe iniciam uma greve na segunda-feira (20). Eles cobram o pagamento dos salários deste mês, que ainda não foi depositado, e direitos que vem sendo negados. Os trabalhadores são responsáveis por serviços de higienização e nutrição e de apoio (maqueiros) nos hospitais estaduais.

Quatro são presos e 39 CNHs retidas em operação da Lei Seca em Natal


Quatro pessoas foram presas em uma blitz da Lei Seca realizada na madrugada deste domingo (19) na Zona Sul de Natal. De acordo com o capitão da PM Isaac Paiva, foram montados seis pontos de fiscalização nas proximidades da Avenida da Integração, em Candelária. Ao todo, 39 carteiras de habilitação foram apreendidas.
A blitz principal aconteceu na própria Avenida da Integração. "Os outros cinco pontos foram monstados nas ruas adjacentes para impedir que as pessoas conseguissem desviar da blitz", informou o capitão Isaac Paiva. A blitz terminou por volta das 5h deste domingo.

Janot denuncia Henrique Alves ao Supremo


Brasília - A Procuradoria-Geral da República enviou uma denúncia contra o ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) ao Supremo Tribunal Federal por conta do seu suposto envolvimento no esquema investigado pela Operação Lava Jato.
Segundo informação publicada pela coluna Radar, na edição deste fim de semana da revista Veja, a base da denúncia seria as contas mantidas pelo peemedebista no exterior.
Como mostrou o Estado neste sábado, a Suíça transferiu ao Brasil os documentos e extratos bancários envolvendo Alves. Na Europa, fontes próxima ao caso confirmaram a que o ex-ministro manteve uma conta com depósitos que variavam entre US$ 700 mil e US$ 1 milhão.
A existência de um pedido de denúncia contra o peemedebista pode ter sido o fator principal para que ele tenha pedido para deixar o cargo, na última quinta-feira. A saída de Alves foi a terceira baixa do governo do presidente em exercício Michel Temer por conta das investigações do esquema de corrupção da Petrobrás.
O ex-ministro foi citado nas delações do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado e do ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto.
A procuradoria-geral da República também pediu para que o nome de Alves fosse incluído no inquérito principal da Lava Jato, chamado quadrilhão.
Também há a suspeita de que o peemedebista atuou a favor da empreiteira OAS no Congresso em contrapartida do recebimento de recursos ilícitos do esquema da Petrobrás.
Em nota enviada nesta sexta, Alves negou ter contas fora do País. “Refuto qualquer ilação a respeito de conta no exterior em meu nome”, afirmou Alves em uma curta nota.

Agripino rebate acusações e sustenta que doações foram “oficiais”


Em entrevista à Tribuna do Norte, o presidente do DEM, José Agripino, não hesita ao afirmar que o impeachment da presidente Dilma Rousseff será confirmado no início de agosto. Ele arrisca até o número de votos favoráveis: 59, cinco a mais do que os 54 necessários.  “Pode ter uma ou outra defecção, mas há uma margem de segurança para que, a se manterem as condições de hoje, o impeachment ser sacramentado”, afirma.
O senador José Agripino avalia que a equipe econômica escolhida pelo presidente em exercício Michel Temer é a melhor possível na atual situação do país, porque tem unidade. Agripino rebate as acusações feitas contra ele e o deputado Felipe Maia pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, em acordo de delação premiada.
“O que não se pode é confundir doação oficial com criminalização de doação. A doação oficial na época era prevista e legal. As doações mencionadas por Sérgio Machado feitas pela Queiroz Galvão, ele próprio diz, nos casos de Felipe Maia e Zé Agripino, teriam sido feitas aos diretórios regional e nacional do partido”, diz Agripino em um dos trechos da entrevista.

Suíça acha conta de Henrique Alves e envia dados ao Brasil

A Suíça transferiu ao Brasil todos os documentos e extratos bancários envolvendo o ex-ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (RN). Ele pediu demissão anteontem (16) do cargo depois de ter sido informado que os dados sobre sua conta bancária no país europeu já eram de conhecimento dos investigadores da força-tarefa da Operação Lava Jato.
Na Europa, fontes próximas ao caso confirmaram à reportagem que Henrique Alves manteve uma conta com depósitos que variavam entre US$ 700 mil e US$ 1 milhão. O dinheiro está bloqueado, mas o banco não teve seu nome revelado pelas autoridades do país.
Alves foi o terceiro ministro da gestão Temer a cair e, em uma carta, explicou que não queria criar “constrangimentos” para o presidente em exercício, Michel Temer.
A investigação começou em Berna, na Suíça, sob a suspeita de que a conta tenha sido alimentada por recursos de propinas. A conta de Alves, porém, é uma das mais de mil contas hoje bloqueadas pelos suíços em seus bancos locais relacionadas com a Lava Jato.
Mas, para os suíços, o caminho adotado foi o mesmo seguido no caso do deputado federal afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Para a procuradoria suíça, não faria sentido processar o brasileiro, levá-lo a um julgamento em Berna e, em seguida, jamais conseguir sua punição. O motivo é que o Brasil não extradita seus nacionais.
A ideia negociada com os procuradores da República brasileiros foi a de transferir o caso para o Brasil a fim de que Alves, agora, seja investigado e julgado em seu próprio País. Para os suíços, a transferência do caso também permitirá que a Justiça no Brasil possa agir de forma rápida, garantindo assim que as provas e mesmo os recursos não sejam perdidos.
Henrique Alves já havia sido citado anteriormente na delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, homologada pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF). Nela, o delator da Lava Jato contou que entregou R$ 1,55 milhão para Alves. Segundo ele, o dinheiro tinha origem em propinas pagas por empresários que mantinham contratos com a Transpetro. Os pagamentos teriam sido feitos pela empresa Queiroz Galvão nos anos de 2008 (R$ 300 mil), 2012 (R$ 250 mil) e 2014 (R$ 500 mil) e pela empresa Galvão Engenharia, em 2010 (R$ 500 mil).
Ainda em sua delação, Machado afirmou que Henrique Alves “era uma pessoa com quem sempre manteve relação cordial”. Ele afirmou que Alves, então deputado do PMDB, levou a ele algumas empresas da área de tecnologia ou serviços até a Transpetro para que Machado as contratasse, mas nenhuma negociação avançou.
“Eu sempre o ajudava em época de campanha quando ele me ligava pedindo um encontro. Eu sempre o ajudei por meio de doações oficiais, cujo origem eram vantagens indevidas pagas pelas empresas contratadas pela Transpetro.”
Machado contou que telefonou várias vezes para Alves. Ele afirmou ainda que manteve encontros com o ex-ministro na sede da Transpetro. Ainda segundo o delator, quando era preciso fazer a doação oficial, o dinheiro normalmente era repassado aos partidos, que depois, enviavam o dinheiro aos políticos. Ainda segundo Machado, “foram repassados ao PMDB pouco mais de R$ 100 milhões cujo origem eram vantagens ilícitas”.

Entregador de pizza é morto a tiros em Natal

Um entregador de pizza foi morto a tiros na noite desta sexta-feira (17) no bairro Potengi, na Zona Norte de Natal. Segundo informações da Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), o crime aconteceu por volta das 22h. O jovem estava sem documento, mas foi identificado como Francisco Charles Felipe Barbosa, de 18 anos.
A vítima trabalhava na pizzaria Delícia da Pizza. A pizzaria recebeu um pedido e Charles foi fazer a entrega. Ao entrar na rua, ele foi abordado e morreu com três tiros na cabeça. De acordo com a DHPP, a numeração da casa informada no pedido não existe e o pedido teria sido feito apenas para atrair o rapaz para o local. Charles não tinha antecedentes criminais.
De acordo com a polícia, ele era membro de uma academia de artes marciais no Vale Dourado, a Figth Club BFC. Ele era evang[élico e a última postagem dele no Facebook foi de uma imagem com uma passagem bíblica que diz "futuramente você entenderá porque Deus permitiu certas coisas em sua vida".

Henrique nega conta: “Refuto qualquer ilação a respeito de conta no exterior em meu nome”


Agora sem foro privilegiado, o ex-deputado federal e ex-ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves desmente a notícia publicada na Folha de S. Paulo,  na qual se aponta que ele teria uma conta na Suíça. Encontrada pela Lava Jato, conta teria ele seria beneficiário. Em nota enviada à imprensa, o presidente estadual do PMDB no Rio Grande do Norte diz que está à disposição da Justiça.
Nota de esclarecimento 
01. Refuto qualquer ilação a respeito de conta no exterior em meu nome.
02. Não fui citado a prestar esclarecimentos.
03. Estou, como sempre estive, à disposição da Justiça, até porque sou o principal interessado em ver todas essas questões esclarecidas.
Henrique Eduardo Alves

‘Só em 1996, Henriquinho gastou R$ 1,1 mi num cartão vinculado a uma conta na Suiça’, diz revista


Terceiro ministro do governo Michel Temer demitido em pouco mais de um mês, o peemedebista Henrique Eduardo Alves é chamado carinhosamente pelos amigos de “Henriquinho”, num trocadilho com a boa vida que leva. Ex-presidente da Câmara, ele caiu do Ministério do Turismo depois de ser apontado como beneficiário de propinas repassadas pela OAS e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, que somariam cerca de 2 milhões de reais. Um processo que corre em sigilo na Justiça Federal de Brasília mostra que esses valores seriam capazes de bancar apenas uma parte, uma pequena parte, das despesas de Henriquinho.
Em tramitação há doze anos, o processo traz nomes e números de contas do ex-ministro no exterior, além de extratos bancários que detalham seus gastos fora do país entre 1996 e 2004. O papelório foi entregue às autoridades por Mônica Azambuja, ex-mulher do peemedebista, que o acusou de manter 15 milhões de dólares (cerca de 50 milhões de reais) no exterior. Nada declarado à Receita Federal. Diz a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal: “O ora requerido jamais manifestou qualquer reserva quanto a esses documentos, bastando-se em afirmar não possuir patrimônio de 15 milhões de dólares”.
Só em 1996, Henriquinho gastou 1,1 milhão de reais num cartão American Express vinculado a uma conta do banco suíço Union Bancaire Privée. A conta era batizada de 245333HM, sendo as letras referências ao casal Henrique e Mônica. A denúncia, a que VEJA teve acesso, compila operações financeiras no exterior, como uma aplicação de 890 mil dólares, e até um bilhete em que o ex-ministro pede ajuda a uma notória operadora do mercado financeiro suíço para administrar seus investimentos: Maria Rodrigues, apontada como a administradora das propinas pagas por contratos superfaturados assinados, na gestão Paulo Maluf, pela prefeitura de São Paulo.
Na quarta-feira à noite, Temer conversou com Henrique Alves sobre as delações da Lava-Jato e as tais contas no exterior. O presidente interino queria saber a extensão desses casos e se eles poderiam abater algum outro integrante do governo. A preocupação era compreensível. Entre os documentos à disposição da Justiça, há um papel timbrado da Câmara no qual está anotado o valor de 420.000 e o nome Geddel Vieira Lima, atual ministro da Secretaria de Governo.
“Observa-se também que às folhas 167 há outra anotação referindo-se a 420.000,00 com a mesma caligrafia e em papel timbrado da Câmara dos Deputados, fazendo referência ao nome de Geddel Vieira Lima, deputado da Bahia pelo partido PMDB”, diz a denúncia do MPF. Geddel disse a VEJA que desconhece o manuscrito com a cifra em dólares e que nunca tratou de dinheiro com Henrique Alves ou recebeu valores dele. Alves considera “absurda” a denúncia da ex-mulher, mas não quis comentar especificamente sobre a anotação com o nome de Geddel. Ele disse que as provas que constam no processo por enriquecimento ilícito já foram consideradas “ilícitas” e anuladas duas vezes em recursos de sua defesa.
A ação civil de improbidade administrativa, porém, ainda tramita na 16ª Vara Federal de Brasília e espera um despacho do juiz. A reportagem não conseguiu contato com os advogados do ex-ministro nesta sexta-feira. Na véspera, Alves e Geddel conversaram pessoalmente. O primeiro pediu demissão. O segundo continua no governo. Ao menos por enquanto.
Veja

sexta-feira, 17 de junho de 2016

quinta-feira, 16 de junho de 2016

O deputado estadual Tomba Farias, diz que inadimplência do Executivo ameaça prestadores de serviços


O desemprego no Rio Grande do Norte foi o tema do pronunciamento feito pelo deputado Tomba Farias (PSB) nesta quinta-feira (16), na Assembleia Legislativa. O parlamentar externou a sua preocupação com a situação dos profissionais que trabalham para empresas prestadoras de serviços terceirizados do Governo do Estado e da Prefeitura do Natal.
“Os entes públicos se encontram inadimplentes há meses com as empresas prestadoras de serviços. Essa situação ameaça o emprego de cerca de dez mil trabalhadores de empresas de terceirização de mão de obra do nosso Estado, fazendo com que paguem pelo ônus de uma conta que não é deles”, disse Tomba.
De acordo com o deputado, o déficit dos Poder Público com as empresas é de aproximadamente R$ 65 milhões, débito que se acumula desde o meio do ano passado. “Não estamos aqui para defender interesses de empresas, mas por dever de justiça é bom deixar claro que esses valorosos empresários, mesmo sem receber pelo serviço que prestam, vêm arcando todos os meses com a folha de pagamento de seus funcionários, sem deixar afetar a qualidade dos serviços. No entanto chegará o dia, se já não chegou, que a conta e as obrigações trabalhistas se tornarão impagáveis”, declarou.
Tomba citou como exemplo a situação da empresa Safe, que entrou com pedido de recuperação judicial “por não mais conseguir honrar suas dívidas à vista da inadimplência registrada. Como alguém pode continuar a pagar seus funcionários se não recebe pelo serviço que executa?”, questiona.
Durante o pronunciamento, o deputado enalteceu a participação de representantes das categorias dos trabalhadores nas galerias do plenário da Casa. “Os cidadãos aqui presentes clamam pela manutenção de seus empregos e pelo direito de assegurarem para suas famílias uma vida digna”, falou.
Ao final do discurso, Tomba fez um apelo ao presidente da Assembleia, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), ao líder do Governo na Casa, Dison Lisboa (PSD) e aos demais parlamentares para que somem esforços no sentido de intermediar junto ao Governo do Estado e às Prefeituras do Natal e de Mossoró uma solução para a situação. “Essa Casa, como caixa de ressonância da sociedade, não pode ficar omissa diante desse quadro”, concluiu.
Em aparte, o deputado Kelps Lima (Solidariedade) defendeu a reformulação do modelo de administração do Governo. “A crise é a oportunidade para a alteração do modelo de gestão do Governo do RN, que possui áreas equivocadas e que precisam ser discutidas com responsabilidade”, observou ele.
Ao final do pronunciamento, o deputado Fernando Mineiro (PT) enalteceu a relevância do assunto abordado por Tomba Farias e disse que a temática tem importante impacto na vida social do norte-riograndense.

Agentes apreendem material explosivo no maior presídio do RN


Material explosivo foi encontrado dentro da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, maior unidade prisional do Rio Grande do Norte, durante uma revista realizada nesta quinta-feira (16). De acordo com a Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc), emulsão encartuchada foi encontrada dentro do pavilhão 3 da unidade.

De acordo com a portaria do Ministério da Defesa que regula a venda de explosivos no Brasil, a emulsão encartuchada é um tipo de explosivo diferente da dinamite por não conter nitroglicerina. Segundo o secretário Wallber Virgolino, o produto encontrado dentro do presídio não estava pronto para detonação.
"Para que o material fosse explodido seria necessário ter o cordel detonante, a espoleta e a escova. Do jeito que foi encontrado o material não podia ser detonado", explicou o secretário.
Ainda segundo Virgolino, o produto entrou no presídio durante a tarde desta quarta-feira (15). "Agentes penitenciários viram o momento em que um saco com o produto foi arremessado por cima de um dos muros para dentro do pavilhão. Eles comunicaram a secretaria e nós fizemos essa intervenção pela manhã para recolher o material", detalhou.
A revista, que começou ainda durante a manhã desta quinta deve continuar até o final da tarde, no entanto, até o momento, pelo menos 15 aparelhos celulares, cinco carregadores e duas facas de ferro usadas para escavar foram recolhidos no pavilhão 3.
"Alcaçuz é um presídio antigo e também um dos maiores do Brasil em termos de área, logo, precisa de cuidados especiais. Nós já notamos as falhas estruturais e estamos, dentro do limite dos Direitos Humanos, aumentando essa vigilância constante", afirmou o secretário.