/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/o/O/IcBvPbSoAgKkf0uxI1eA/whatsapp-image-2019-12-06-at-10.04.22.jpeg)
A ideia surgiu há 25 anos, mas só agora o livro "Leoa não tem juba" nasceu. O texto infantil, escrito pela enfermeira potiguar Denise Martins, é inspirado na experiência com crianças em tratamento de câncer e voltado justamente para elas. A analogia com a vida animal visa inspirar os pequenos pacientes que perdem o cabelo na quimioterapia, por exemplo.
"A gente associou a perda do cabelo com o mundo animal, com a leoa. Mesmo não tendo a juba do leão, ela é a guerreira que vai caçar para alimentar o bando. Essas crianças são verdadeiras guerreiras lutando por suas vidas", compara Denise.
Toda a história veio à mente da profissional quando ela fazia uma pós-graduação em enfermagem pediátrica, no Rio de Janeiro, há mais de duas décadas. Foi no estágio o primeiro contato dela com as crianças em tratamento contra o câncer.
"Conheci as dores daquelas crianças que percebiam que, no tratamento, perdiam o cabelo, deprimiam, ficavam tristonhas. Na criança, a gente costuma perceber a dor física e não percebe muito essa dor emocional, mas ela existe, eles sentem".
Nenhum comentário:
Postar um comentário