A presidente Dilma Rousseff disse hoje, em discurso no funeral
oficial de Nelson Mandela, no estádio Soccer City, em Johanesburgo, que o
governo e o povo brasileiro lamentam a morte do líder
sul-africano. Falando logo após o discurso de Barack Obama, Dilma
afirmou que Mandela se transformou em um “paradigma não só para a África
mas para todos os povos que lutam pela justiça e, pela liberdade e pela
igualdade.
“Da mesma forma que os sul-africanos choram a morte de Madiba, nós,
nação brasileira, que trazemos com orgulho o sangue africano em nossas
veias, choramos e celebramos o exemplo desse grande líder, que faz parte
do panteão da humanidade”, disse Dilma.
Falando em português, com tradução simultânea para o inglês,
a presidente brasileira citou a luta de Mandela pelo fim do Apartheid,
sua resistência ao cárcere e a sua paciência, características que
fizeram seu legado transcender as fronteiras nacionais da África do Sul.
“O Apartheid que Mandela e o povo sul-africano derrotaram foi a mais
cruel forma de desigualdade social e política dos tempos modernos”,
afirmou Dilma no púlpito montado no estádio.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
"Olha a maconha liberada" Senado uruguaio vota legalizaçã da produção e uso de maconha no país
A partir das 9h30 desta terça-feira (10), a Câmara de Senadores do
Uruguai discute o projeto que autoriza desde a produção até a exportação
de maconha pelo país, incluindo o consumo de seus derivados por
residentes maiores de 18 anos.
A proposta de legalização da maconha já recebeu aval da Câmara de Representantes, no dia 31 de julho, e espera-se que passe com facilidade pelo Senado, onde o presidente José Mujica, defensor da ideia, tem maioria.
A iniciativa foi apresentada há um ano e meio pelo governo, associada a uma série de medidas para frear a insegurança pública e desencorajar a violência associada ao narcotráfico.
Antes de ir à votação no plenário nesta terça, o projeto de lei precisava da aprovação da Comissão de Saúde do Senado, o que ocorreu no último dia 26 de novembro. Se os senadores derem seu “ok”, ficará faltando apenas a sanção de Mujica para que a lei entre em vigor, na prática, a partir do ano que vem.
“Este é um experimento”, disse o presidente Mujica em entrevista à AFP, em agosto passado. “Podemos fazer uma verdadeira contribuição à humanidade”, afirmou.
Atualmente, o consumo de drogas não é proibido no país, apenas comercializá-las. De acordo com autoridades uruguaias, o uso de maconha é o mais amplo e duplicou nos últimos dez anos: estima-se que existam 128 mil consumidores da droga. Associações de usuários, no entanto, acreditam que esse número possa estar perto de 200 mil pessoas.
O presidente Mujica calcula que o gasto do Uruguai no combate ao narcotráfico seja de US$ 80 milhões ao ano. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o uruguaio disse que a iniciativa “não é legalização, é regulação de um mercado que já existe”, e que o país decidiu “roubar” dos narcotraficantes o que já está em andamento porque a “via repressiva não bastou”. Mujica aproveitou para criticar ex-presidentes que só apoiaram o que ele quer fazer agora, como o brasileiro Fernando Henrique Cardoso, após deixarem seus cargos de chefes da nação.
Recentemente, o Uruguai, com população de cerca de 3,3 milhões de pessoas, legalizou dois direitos civis que têm sido discutidos com polêmica e resistência em outros lugares: aborto e casamento gay. A liberação da maconha pode reforçar ainda mais a postura ousada em que o país vem investindo.
No entanto, a maioria da população uruguaia não concorda com a proposta. Uma pesquisa realizada em setembro apontou que 61% são contrários à nova lei.
No Colorado, por exemplo, mais de 107 mil usuários-pacientes conseguiram um cartão que dá direito ao consumo em clínicas fornecedoras de maconha medicinal, que se espalharam, de acordo com o jornal francês “Le Monde”, mais do que as cafeterias Starbucks.
As vendas até o final de 2013 são estimadas em US$ 200 milhões (cerca de R$ 460 milhões), uma parte ficando para a administração fiscal. O referendo, no início de novembro, para decidir sobre o uso recreativo da droga para maiores de 21 anos no Estado teve aprovação com maioria dos votos, 250 mil.
Só a partir dos próximos meses será possível avaliar se a legalização da maconha tem a capacidade de reduzir a presença da droga advinda do mercado clandestino e a violência, prisões e processos resultantes do narcotráfico.
A proposta de legalização da maconha já recebeu aval da Câmara de Representantes, no dia 31 de julho, e espera-se que passe com facilidade pelo Senado, onde o presidente José Mujica, defensor da ideia, tem maioria.
A iniciativa foi apresentada há um ano e meio pelo governo, associada a uma série de medidas para frear a insegurança pública e desencorajar a violência associada ao narcotráfico.
Antes de ir à votação no plenário nesta terça, o projeto de lei precisava da aprovação da Comissão de Saúde do Senado, o que ocorreu no último dia 26 de novembro. Se os senadores derem seu “ok”, ficará faltando apenas a sanção de Mujica para que a lei entre em vigor, na prática, a partir do ano que vem.
“Este é um experimento”, disse o presidente Mujica em entrevista à AFP, em agosto passado. “Podemos fazer uma verdadeira contribuição à humanidade”, afirmou.
Atualmente, o consumo de drogas não é proibido no país, apenas comercializá-las. De acordo com autoridades uruguaias, o uso de maconha é o mais amplo e duplicou nos últimos dez anos: estima-se que existam 128 mil consumidores da droga. Associações de usuários, no entanto, acreditam que esse número possa estar perto de 200 mil pessoas.
O presidente Mujica calcula que o gasto do Uruguai no combate ao narcotráfico seja de US$ 80 milhões ao ano. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o uruguaio disse que a iniciativa “não é legalização, é regulação de um mercado que já existe”, e que o país decidiu “roubar” dos narcotraficantes o que já está em andamento porque a “via repressiva não bastou”. Mujica aproveitou para criticar ex-presidentes que só apoiaram o que ele quer fazer agora, como o brasileiro Fernando Henrique Cardoso, após deixarem seus cargos de chefes da nação.
Recentemente, o Uruguai, com população de cerca de 3,3 milhões de pessoas, legalizou dois direitos civis que têm sido discutidos com polêmica e resistência em outros lugares: aborto e casamento gay. A liberação da maconha pode reforçar ainda mais a postura ousada em que o país vem investindo.
No entanto, a maioria da população uruguaia não concorda com a proposta. Uma pesquisa realizada em setembro apontou que 61% são contrários à nova lei.
Experiência dos EUA
Entre os 50 Estados norte-americanos, 20 e o Distrito de Columbia (onde fica a capital do país, Washington) já autorizaram o uso medicinal da maconha; em dois deles (Washington e Colorado), o consumo com fins recreativos também é permitido por lei.No Colorado, por exemplo, mais de 107 mil usuários-pacientes conseguiram um cartão que dá direito ao consumo em clínicas fornecedoras de maconha medicinal, que se espalharam, de acordo com o jornal francês “Le Monde”, mais do que as cafeterias Starbucks.
As vendas até o final de 2013 são estimadas em US$ 200 milhões (cerca de R$ 460 milhões), uma parte ficando para a administração fiscal. O referendo, no início de novembro, para decidir sobre o uso recreativo da droga para maiores de 21 anos no Estado teve aprovação com maioria dos votos, 250 mil.
Só a partir dos próximos meses será possível avaliar se a legalização da maconha tem a capacidade de reduzir a presença da droga advinda do mercado clandestino e a violência, prisões e processos resultantes do narcotráfico.
Jovem morre após ser atingido por motor de brinquedo no parque de diversões
No último domingo (08) em Ceará-Mirim, Felipe Queiroz da Silva, de 15
anos, foi atingido pelo motor de um brinquedo que se soltou no parque
de diversões. O acidente aconteceu devido a uma falha mecânica no sensor
do aparelho. Depois do resgate que durou cerca de 3h, o Corpo de
Bombeiros interditou o brinquedo e o jovem foi internado em estado grave
no hospital Walfredo Gurgel em Natal, mas não resistiu e morreu na
última noite.
Familiares informaram que o garoto fraturou a costela e as pernas, além de ter pulmão e rins perfurados. A família, indignada com o ocorrido, pretende fazer um protesto durante o cortejo que acontecerá em Ceará-Mirim. O enterro acontecerá hoje (10) à tarde.
Além da vítima fatal, outras três pessoas ficaram em estado de observação.
Familiares informaram que o garoto fraturou a costela e as pernas, além de ter pulmão e rins perfurados. A família, indignada com o ocorrido, pretende fazer um protesto durante o cortejo que acontecerá em Ceará-Mirim. O enterro acontecerá hoje (10) à tarde.
Além da vítima fatal, outras três pessoas ficaram em estado de observação.
“Fernando Bezerra seria interessante para dirigir o RN”, sugere Amaro Sales
As especulações e os votos de confiança em relação ao nome do
ex-senador e ex-ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra
(PMDB), como nome para ser candidato ao governo do Estado nas próximas
eleições, continuam ecoando nas vozes de representante de setores da
sociedade norte-rio-grandense. A aprovação do nome de Fernando Bezerra,
dessa vez, veio por intermédio do presidente da Federação das Indústrias
do Rio Grande do Norte (Fiern), Amaro Sales. Em entrevista na manhã
desta segunda-feira à Rádio Cidade (94 FM), Amaro afirmou que Bezerra
seria “interessante para dirigir o governo do Estado”.
“Eu acredito que o ex-senador Fernando Bezerra, não digo por mim, mas por todos – eu venho a reforçar – seria muito interessante para dirigir o governo do Estado. Só que as candidaturas ainda não estão postas, a gente precisa aguardar”, afirma. Apesar de considerar o ex-senador um bom nome para a disputa ao comando do Executivo Estadual em 2014, o presidente da Fiern lembra que, seja quem for o candidato, necessita de “apoio político” e bons projetos para o desenvolvimento do Estado.
“As pessoas colocam: a gente precisa de um empresário. Mas empresário precisa ter um apoio político. Não adianta o senador Fernando Bezerra, que eu não tenho dúvida que ele faria um excelente governo, agora precisa ter um apoio político, precisa o empresário ter um plano de trabalho, um plano de governo que vai estar aí disposto” ressalta.
Na opinião do industrial Amaro Sales, é exatamente a falta de um plano como esse que ocasiona os problemas que se verificam em diversos setores do Estado. Ele critica a falta de planejamento que se observa no Rio Grande do Norte, o que, segundo ele, ocorre desde governos anteriores ao governo Rosalba Ciarlini (DEM). “O governo do Estado está preso pelo fato de ter assumido nesse momento, mas o problema do Estado vem de uma falta de planejamento de muito antes. O que acontece é que precisamos olhar o Estado como futuro, esquecer o que passou até agora e a gente planejar o Estado para a frente”.
Quanto ao planejamento necessário para o desenvolvimento econômico do RN, Amaro afirma que a Federação das Indústrias está colaborando com o Estado na elaboração, com um grupo de empresas, de um plano de desenvolvimento que será entregue a todos os futuros candidatos a governador do RN. “É um projeto de futuro, em que a gente possa pensar o Rio Grande do Norte melhor, primeiro fazendo um diagnóstico, depois mapeando as oportunidades de negócio”, explica o empresário.
CRESCIMENTO ZERO
Em sua avaliação do crescimento da indústria norte-rio-grandense durante o ano de 2013, Amaro Sales lamenta o fracasso amargado pelo setor, que em sua opinião quase não cresceu no período. “Eu diria que sobrevivemos a um terremoto que foi esse ano. Eu diria a você que não tivemos crescimento nenhum, praticamente foi zero o crescimento da indústria no Rio Grande do Norte, como no Brasil”, lamentou.
Sales explicou que no RN um dos motivos para o fracasso da indústria foi a falta de infraestrutura. Como exemplo, ele tomou a mineração, setor no qual o Estado tem um potencial considerável, mas que para deslanchar precisa de um apoio mais acentuado do governo, através de investimentos em infraestrutura, para viabilizar o transporte de minérios pelo Estado. “Para que se compreenda, o RN tem grande potencial em mineração, você tem que fazer com ferrovias, com estradas, com infraestrutura de base”, disse.
“Eu acredito que o ex-senador Fernando Bezerra, não digo por mim, mas por todos – eu venho a reforçar – seria muito interessante para dirigir o governo do Estado. Só que as candidaturas ainda não estão postas, a gente precisa aguardar”, afirma. Apesar de considerar o ex-senador um bom nome para a disputa ao comando do Executivo Estadual em 2014, o presidente da Fiern lembra que, seja quem for o candidato, necessita de “apoio político” e bons projetos para o desenvolvimento do Estado.
“As pessoas colocam: a gente precisa de um empresário. Mas empresário precisa ter um apoio político. Não adianta o senador Fernando Bezerra, que eu não tenho dúvida que ele faria um excelente governo, agora precisa ter um apoio político, precisa o empresário ter um plano de trabalho, um plano de governo que vai estar aí disposto” ressalta.
Na opinião do industrial Amaro Sales, é exatamente a falta de um plano como esse que ocasiona os problemas que se verificam em diversos setores do Estado. Ele critica a falta de planejamento que se observa no Rio Grande do Norte, o que, segundo ele, ocorre desde governos anteriores ao governo Rosalba Ciarlini (DEM). “O governo do Estado está preso pelo fato de ter assumido nesse momento, mas o problema do Estado vem de uma falta de planejamento de muito antes. O que acontece é que precisamos olhar o Estado como futuro, esquecer o que passou até agora e a gente planejar o Estado para a frente”.
Quanto ao planejamento necessário para o desenvolvimento econômico do RN, Amaro afirma que a Federação das Indústrias está colaborando com o Estado na elaboração, com um grupo de empresas, de um plano de desenvolvimento que será entregue a todos os futuros candidatos a governador do RN. “É um projeto de futuro, em que a gente possa pensar o Rio Grande do Norte melhor, primeiro fazendo um diagnóstico, depois mapeando as oportunidades de negócio”, explica o empresário.
CRESCIMENTO ZERO
Em sua avaliação do crescimento da indústria norte-rio-grandense durante o ano de 2013, Amaro Sales lamenta o fracasso amargado pelo setor, que em sua opinião quase não cresceu no período. “Eu diria que sobrevivemos a um terremoto que foi esse ano. Eu diria a você que não tivemos crescimento nenhum, praticamente foi zero o crescimento da indústria no Rio Grande do Norte, como no Brasil”, lamentou.
Sales explicou que no RN um dos motivos para o fracasso da indústria foi a falta de infraestrutura. Como exemplo, ele tomou a mineração, setor no qual o Estado tem um potencial considerável, mas que para deslanchar precisa de um apoio mais acentuado do governo, através de investimentos em infraestrutura, para viabilizar o transporte de minérios pelo Estado. “Para que se compreenda, o RN tem grande potencial em mineração, você tem que fazer com ferrovias, com estradas, com infraestrutura de base”, disse.
Kelps Lima: “Rosalba é incapaz de estabelecer projetos para o RN”
O presidente do Diretório Estadual do Partido Solidariedade, deputado
estadual Kelps Lima, afirmou na manhã de hoje que não se vê ninguém
discutindo projetos para o Estado. “Há de fato uma mudança de paradigma
na sociedade, que enxerga a necessidade de mudança de postura em relação
à gestão. Mas isso a gente não vê sendo debatido. É um problema, porque
estamos precisando de uma nova postura em relação à máquina
administrativa”, avaliou.
Autor de propostas que tornam a gestão mais eficiente, Kelps abordou a discussão sobre a necessidade de um pacto de governabilidade para o Rio Grande do Norte. A opinião dele, entretanto, é de que é difícil envolver o governo Rosalba Ciarlini (DEM) em qualquer pacto, devido ao que classifica de incapacidade da gestão de estabelecer projetos.
“Eu não vejo nenhum sentido se discutir pacto de governabilidade em torno desse atual governo. Porque Rosalba não tem projeto algum e não se discute governabilidade em cima de um governo desastrado. Eu, por exemplo, não me sinto motivado a participar de um pacto para dar governabilidade a um governo que desgoverna. Eu não quero participar desse pacto”, disse o parlamentar.
Autor de propostas que tornam a gestão mais eficiente, Kelps abordou a discussão sobre a necessidade de um pacto de governabilidade para o Rio Grande do Norte. A opinião dele, entretanto, é de que é difícil envolver o governo Rosalba Ciarlini (DEM) em qualquer pacto, devido ao que classifica de incapacidade da gestão de estabelecer projetos.
“Eu não vejo nenhum sentido se discutir pacto de governabilidade em torno desse atual governo. Porque Rosalba não tem projeto algum e não se discute governabilidade em cima de um governo desastrado. Eu, por exemplo, não me sinto motivado a participar de um pacto para dar governabilidade a um governo que desgoverna. Eu não quero participar desse pacto”, disse o parlamentar.
"Atenção motoristas" Dirigir de ressaca é tão perigoso quanto guiar bêbado
Duas pesquisas mostram que dirigir com ressaca pode ser tão perigoso
quanto pegar o carro logo depois de ter bebido. Cientistas do Reino
Unido e da Holanda descobriram que os efeitos de uma bebedeira duram
mais que a concentração de álcool no sangue.
Em uma pesquisa realizada na Universidade West of England, participantes que tinham bebido na noite anterior passaram por um teste em um simulador de automóvel durante 20 minutos. Eles apresentaram aumentos significativos nas variações de velocidade, tempo de reação, erros e desvios.
Para o professor associado Chris Alford, que liderou o estudo, as campanhas de segurança deveriam alertar também para os riscos de se dirigir de ressaca.
Em um estudo maior e complementar, feito na Universidade de Utrecht, na Holanda, 47 voluntários saudáveis passaram por um teste que simulava uma auto-estrada durante uma hora, após terem consumido, na noite anterior, cerca de dez doses de bebida alcoólica.
Em comparação com os mesmos testes, feitos depois de uma noite sem consumo de álcool, os resultados mostraram que a ressaca aumenta significativamente o número de lapsos de atenção e de desvios na pista.
Os testes foram realizados depois que a concentração de álcool no sangue dos participantes havia retornado a zero. Mas seu nível de comprometimento, segundo os pesquisadores, foi semelhante ao de quando estavam acima do limite permitido.
Em uma pesquisa realizada na Universidade West of England, participantes que tinham bebido na noite anterior passaram por um teste em um simulador de automóvel durante 20 minutos. Eles apresentaram aumentos significativos nas variações de velocidade, tempo de reação, erros e desvios.
Para o professor associado Chris Alford, que liderou o estudo, as campanhas de segurança deveriam alertar também para os riscos de se dirigir de ressaca.
Em um estudo maior e complementar, feito na Universidade de Utrecht, na Holanda, 47 voluntários saudáveis passaram por um teste que simulava uma auto-estrada durante uma hora, após terem consumido, na noite anterior, cerca de dez doses de bebida alcoólica.
Em comparação com os mesmos testes, feitos depois de uma noite sem consumo de álcool, os resultados mostraram que a ressaca aumenta significativamente o número de lapsos de atenção e de desvios na pista.
Os testes foram realizados depois que a concentração de álcool no sangue dos participantes havia retornado a zero. Mas seu nível de comprometimento, segundo os pesquisadores, foi semelhante ao de quando estavam acima do limite permitido.
"Livre de escândalos e com o carimbo Ficha limpa" Garibaldi é absolvido pela Justiça em ação de improbidade administrativa
O ex-governador Garibaldi Alves Filho, do PMDB, foi absolvido de um
processo de improbidade administrativa que respondia desde quando era
chefe do Executivo Estadual. O juiz de Direito, Airton Pinheiro, julgou
extinta, sem resolução do mérito, em relação ao demandado Garibaldi
Alves Filho; e improcedente em relação aos demandados Onfália Tinoco,
Francisco de Souza Nunes e Maria de Lourdes Peregrino Costa.
A ação civil pública, ingressada pelo Ministério Público do RN, foi originalmente proposta contra Francisco de Souza Nunes, Maria de Lourdes Peregrino Costa e Onfália Tinoco, imputando a estes (no caso das duas rés na condição terceiras beneficiárias) a prática de ato de improbidade administrativa tipificado nos artigos 10, inciso I e 11, caput, da Lei de Improbidade e requerendo suas condenações nas penas previstas no artigo 12 do mesmo diploma, em razão dos fatos e direito a seguir descritos.
Constava da inicial que o demandado Francisco da Souza Nunes, agindo na qualidade de Procurador do Estado no Governo Garibaldi, celebrou indevidamente um acordo com as litisconsortes Maria de Lourdes Peregrino Costas e Onfalia Tinoco, em uma ação judicial que estas duas rés propuseram em face do IPERN, buscando o pagamento de parcelas relativas ao pagamento da correção monetária dos seus vencimentos no período de dezembro de 1988 a maio de 1992, durante o qual houve atraso na remuneração dos servidores.
Segundo o MP, o acordo foi feito de forma ilegal, já que celebrado por parte ilegítima (Estado do Rio Grande do Norte ao invés do próprio IPERN), inclusive, contrariando recurso interposto naqueles autos pelo próprio IPERN, no único intuito de privilegiar as demandadas Maria de Lourdes Peregrino Costa e Onfália Tinoco, o que acabou acarretando prejuízo ao Erário.
A defesa do atual ministro da Previdência Social, Garibaldi Filho, feita pelo advogado Erick Pereira, contestou a ação suscitando preliminar de ilegitimidade de parte, alegando para tanto que não houve a individualização da conduta ímproba em relação a si na petição inicial, o que implicaria em cerceamento de defesa.
No mérito sustentou a legalidade dos acordos firmados, que os mesmos foram vantajosos para os cofres estaduais, uma vez que reduziram o valor de dívidas efetivamente existentes do Estado do Rio Grande para com as rés Maria de Lourdes Peregrino Costa e Onfália Tinôco. Sustentou a legitimidade conferida por lei o Estado para tratar de todas as questões jurídicas de interesse do Estado, inclusive da Administração Indireta. Afirmou também que o acordo foi feito por iniciativa de Onfália e de Maria de Lourdes e que somente não foi feito em relação aos demais litigantes porque estes não agiram da mesma maneira.
“O fato é que não consta nos autos nenhuma prova de que outras pessoas, na mesma condição de Onfália e de Maria de Lourdes, procuraram o Governo para celebrar o mesmo acordo e não obtiveram êxito, não havendo, portanto, prova de houve tratamento privilegiado da Administração Pública em relação às demandadas Onfália Tinôco e Maria de Lourdes no caso em apreço”, argumentou o juiz Airton Pinheiro.
“Considerando que não havendo na petição inicial a imputação de nenhuma conduta improba por parte do demandado Garibaldi Alves Filho, impõe-se reconhecer que, a teor do disposto no art.295, parágrafo único, inciso I do Código de Processo Civil, a inclusão de Garibaldi Filho por provocação de um dos requeridos, e não pelo titular da ação, resultou na configuração de que, no mínimo, de inépcia”, considerou o magistrado, rechaçando também a possibilidade de que o ato em questão causou dano ao erário.
A ação civil pública, ingressada pelo Ministério Público do RN, foi originalmente proposta contra Francisco de Souza Nunes, Maria de Lourdes Peregrino Costa e Onfália Tinoco, imputando a estes (no caso das duas rés na condição terceiras beneficiárias) a prática de ato de improbidade administrativa tipificado nos artigos 10, inciso I e 11, caput, da Lei de Improbidade e requerendo suas condenações nas penas previstas no artigo 12 do mesmo diploma, em razão dos fatos e direito a seguir descritos.
Constava da inicial que o demandado Francisco da Souza Nunes, agindo na qualidade de Procurador do Estado no Governo Garibaldi, celebrou indevidamente um acordo com as litisconsortes Maria de Lourdes Peregrino Costas e Onfalia Tinoco, em uma ação judicial que estas duas rés propuseram em face do IPERN, buscando o pagamento de parcelas relativas ao pagamento da correção monetária dos seus vencimentos no período de dezembro de 1988 a maio de 1992, durante o qual houve atraso na remuneração dos servidores.
Segundo o MP, o acordo foi feito de forma ilegal, já que celebrado por parte ilegítima (Estado do Rio Grande do Norte ao invés do próprio IPERN), inclusive, contrariando recurso interposto naqueles autos pelo próprio IPERN, no único intuito de privilegiar as demandadas Maria de Lourdes Peregrino Costa e Onfália Tinoco, o que acabou acarretando prejuízo ao Erário.
A defesa do atual ministro da Previdência Social, Garibaldi Filho, feita pelo advogado Erick Pereira, contestou a ação suscitando preliminar de ilegitimidade de parte, alegando para tanto que não houve a individualização da conduta ímproba em relação a si na petição inicial, o que implicaria em cerceamento de defesa.
No mérito sustentou a legalidade dos acordos firmados, que os mesmos foram vantajosos para os cofres estaduais, uma vez que reduziram o valor de dívidas efetivamente existentes do Estado do Rio Grande para com as rés Maria de Lourdes Peregrino Costa e Onfália Tinôco. Sustentou a legitimidade conferida por lei o Estado para tratar de todas as questões jurídicas de interesse do Estado, inclusive da Administração Indireta. Afirmou também que o acordo foi feito por iniciativa de Onfália e de Maria de Lourdes e que somente não foi feito em relação aos demais litigantes porque estes não agiram da mesma maneira.
“O fato é que não consta nos autos nenhuma prova de que outras pessoas, na mesma condição de Onfália e de Maria de Lourdes, procuraram o Governo para celebrar o mesmo acordo e não obtiveram êxito, não havendo, portanto, prova de houve tratamento privilegiado da Administração Pública em relação às demandadas Onfália Tinôco e Maria de Lourdes no caso em apreço”, argumentou o juiz Airton Pinheiro.
“Considerando que não havendo na petição inicial a imputação de nenhuma conduta improba por parte do demandado Garibaldi Alves Filho, impõe-se reconhecer que, a teor do disposto no art.295, parágrafo único, inciso I do Código de Processo Civil, a inclusão de Garibaldi Filho por provocação de um dos requeridos, e não pelo titular da ação, resultou na configuração de que, no mínimo, de inépcia”, considerou o magistrado, rechaçando também a possibilidade de que o ato em questão causou dano ao erário.
"É melhor uma esperança tarde do que um desengano cedo" Telexfree diz que empresa poderá comprar dívida de divulgador
A Telexfree, suspeita de ser uma pirâmide financeira, pedirá à
Justiça que uma outra empresa possa assumir as dívidas com os
divulgadores – como são chamadas as pessoas que investiram no negócio. A
proposta, conhecida como sub-rogação, foi apresentada em um vídeo no
qual o diretor da investigada, Carlos Costa, admite a possibilidade de
derrota na Justiça.
As atividades da Telexfree, que alega vender pacotes de telefonia VoIP por meio de marketing multinível, estão bloqueadas há 174 dias. O pedido foi feito pelo Ministério Público do Acre (MP-AC), que pede a extinção da empresa e a devolução do dinheiro aos divulgadores.
A medida causou uma enxurrada de ações contra a Telexfree, pois os investimentos desses divulgadores – cerca de 1 milhão no Brasil – também estão congelados. Mesmo quem ganha processos – como um ex-conselheiro do Procon de Mato Grosso – não conseguem obter os recursos determinados pela Justiça.
Os representantes da Telexfree, que sempre negaram irregularidades, recusam-se a pôr fim ao negócio e fazer o ressarcimento. Num vídeo divulgado na última sexta-feira (9), entretanto, o diretor Carlos Costa apresentou a subrogação como uma maneira de os divulgadores recuperarem seus investimentos.
“Ela [a empresa sub-rogada] estaria comprando do divulgador o potencial direito que ele viria a ter nessa causa caso a empresa perca [a ação judicial]”, disse Carlos Costa, sem esclarecer qual é essa empresa.
Costa também deixou claro que a devolução envolveria apenas os valores investidos – ou seja, os expressivos lucros negócio estão fora de questão –, e beneficiaria unicamente os divulgadores que não conseguiram recuperar o que colocaram no negócio.
“Quero explicar para vocês quem são os divulgadores que têm direito a essa sub-rogação ou mesmo a uma possível devolução”, disse Costa. “São aqueles que não tiveram seus investimentos de volta, (…) aquela pessoa que entrou na Telexfree atraves da Ympactus [razão social da empresa] aqui no Brasil, investiu seu dinheiro nas nossas contas VoIP e não teve o retorno do seu dinheiro, afirmou.
A Telexfree já começou a levantar os dados desses possíveis beneficiários, segundo Costa, que disse esperar para a semana que vem uma manifestação da Justiça sobre a proposta de sub-rogação.
A proposta seria feita pela empresa compradora aos próprios divulgadores – que, certamente, teriam de oferecer algum desconto no valor total devido, segundo José Nantala Bádue Freire, do Peixoto e Cury Advogados. Ele vê, ainda, algum risco na operação.
“Se os credores se veem numa situação em que acham que não vão nada, e há alguém disposto a comprar o valor [que pode ser liberado pela Justiça], eles conseguiriam garantir ao menos uma parte do que investiram”, comenta. “Numa situação normal, esse tipo de conduta não seria questionado. O problma é que na situação específica, tudo o que vier ao conhecimento do MP pode vir a ser anulado.”
Se depender do Ministério Público do Acre, a proposta não será aceita pela Justiça. “Não se se transfere crédito oriundo de atividade ilícita para outra pessoa. Isso é um absurdo e, o que é pior, fica dando esperança às pessoas de que elas vão voltar a ganhar dinheiro com isso”, afirma Alessandra Marques, uma das promotoras que atuam no caso. “[O faturamento da Telexfree] não vem do VoIP, vem do dinheiro que cada investidor coloca na base da pirâmide. É a má-fé extrema.”
Perícia recusada
O julgamento que definirá se a Telexfree é pirâmide ou não, e se os divulgadores terão ou não direito ao ressarcimento, só deve ocorrer a partir de 2014. A Justiça havia solicitado uma auditoria nas contas da empresa, mas a prestadora procurada para fazer o levantamento se recusou a fazer o serviço, afirmou Costa, no vídeo.
Procurado, o Tribunal de Justiça do Acre não respondeu imediatamente qual será o próximo passo da ação. Os advogados da Telexfree também não atenderam as ligações feitas pela reportagem. No vídeo, entretanto, Costa voltou a negar que a empresa tenha montado uma pirâmide financeira. “De forma alguma vão conseguir provar o que não existe.”
As atividades da Telexfree, que alega vender pacotes de telefonia VoIP por meio de marketing multinível, estão bloqueadas há 174 dias. O pedido foi feito pelo Ministério Público do Acre (MP-AC), que pede a extinção da empresa e a devolução do dinheiro aos divulgadores.
A medida causou uma enxurrada de ações contra a Telexfree, pois os investimentos desses divulgadores – cerca de 1 milhão no Brasil – também estão congelados. Mesmo quem ganha processos – como um ex-conselheiro do Procon de Mato Grosso – não conseguem obter os recursos determinados pela Justiça.
Os representantes da Telexfree, que sempre negaram irregularidades, recusam-se a pôr fim ao negócio e fazer o ressarcimento. Num vídeo divulgado na última sexta-feira (9), entretanto, o diretor Carlos Costa apresentou a subrogação como uma maneira de os divulgadores recuperarem seus investimentos.
“Ela [a empresa sub-rogada] estaria comprando do divulgador o potencial direito que ele viria a ter nessa causa caso a empresa perca [a ação judicial]”, disse Carlos Costa, sem esclarecer qual é essa empresa.
Costa também deixou claro que a devolução envolveria apenas os valores investidos – ou seja, os expressivos lucros negócio estão fora de questão –, e beneficiaria unicamente os divulgadores que não conseguiram recuperar o que colocaram no negócio.
“Quero explicar para vocês quem são os divulgadores que têm direito a essa sub-rogação ou mesmo a uma possível devolução”, disse Costa. “São aqueles que não tiveram seus investimentos de volta, (…) aquela pessoa que entrou na Telexfree atraves da Ympactus [razão social da empresa] aqui no Brasil, investiu seu dinheiro nas nossas contas VoIP e não teve o retorno do seu dinheiro, afirmou.
A Telexfree já começou a levantar os dados desses possíveis beneficiários, segundo Costa, que disse esperar para a semana que vem uma manifestação da Justiça sobre a proposta de sub-rogação.
A proposta seria feita pela empresa compradora aos próprios divulgadores – que, certamente, teriam de oferecer algum desconto no valor total devido, segundo José Nantala Bádue Freire, do Peixoto e Cury Advogados. Ele vê, ainda, algum risco na operação.
“Se os credores se veem numa situação em que acham que não vão nada, e há alguém disposto a comprar o valor [que pode ser liberado pela Justiça], eles conseguiriam garantir ao menos uma parte do que investiram”, comenta. “Numa situação normal, esse tipo de conduta não seria questionado. O problma é que na situação específica, tudo o que vier ao conhecimento do MP pode vir a ser anulado.”
Se depender do Ministério Público do Acre, a proposta não será aceita pela Justiça. “Não se se transfere crédito oriundo de atividade ilícita para outra pessoa. Isso é um absurdo e, o que é pior, fica dando esperança às pessoas de que elas vão voltar a ganhar dinheiro com isso”, afirma Alessandra Marques, uma das promotoras que atuam no caso. “[O faturamento da Telexfree] não vem do VoIP, vem do dinheiro que cada investidor coloca na base da pirâmide. É a má-fé extrema.”
Perícia recusada
O julgamento que definirá se a Telexfree é pirâmide ou não, e se os divulgadores terão ou não direito ao ressarcimento, só deve ocorrer a partir de 2014. A Justiça havia solicitado uma auditoria nas contas da empresa, mas a prestadora procurada para fazer o levantamento se recusou a fazer o serviço, afirmou Costa, no vídeo.
Procurado, o Tribunal de Justiça do Acre não respondeu imediatamente qual será o próximo passo da ação. Os advogados da Telexfree também não atenderam as ligações feitas pela reportagem. No vídeo, entretanto, Costa voltou a negar que a empresa tenha montado uma pirâmide financeira. “De forma alguma vão conseguir provar o que não existe.”
"Voto depositado na urna é difícil de tirar do poder e Monik Melo ganha mais uma"
O vereador Monik Melo teve na tarde de hoje mais uma decisão a seu favor.
O
Desembargador João Batista Rodrigues Rebouças indeferiu o pedido de
suspensividade feito pela suplente Aparecida de Nelson, ao dar entrada
no Tribunal de Justiça em um Agravo de Instrumento para suspender a
liminar da Juíza de Santa Cruz que determinou a volta de Monik Melo à
Câmara Municipal.
O
Agravo de Instrumento foi protocolado na última sexta-feira e pretendia
garantir a posse de Aparecida caso o Tribunal suspendesse a liminar.
Com a decisão, Monik Melo permanece na Câmara, exercendo o mandato alcançado na última eleição.
Decisão
do Relator indeferindo efeito suspensivo/ativo "...Face ao exposto,
indefiro o pedido de suspensividade ao presente Agravo de
Instrumento. Intime-se o agravado para, querendo, apresentar
contrarrazões ao recurso, no prazo de dez (10) dias, facultando-lhe
juntar cópias das peças que entenderem convenientes. Isso feito dê-se
vista à douta Procuradoria Geral de Justiça, para os devidos fins. Por
fim, conclusos. Publique-se. Natal, 9 de dezembro de 2013."
Informações: Blog do Édipo Natan
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Prefeitura de Santa Cruz avança no processo de elaboração dos planos de saneamento e resíduos sólidos
Delegados constituídos e comunidade civil organizada participaram na manhã da última quarta feira (04), no auditório do SENAI, de mais uma Audiência Pública realizada pela prefeitura de Santa Cruz sobre o Plano Municipal de Saneamento Básico e Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.
Os consultores e engenheiros sanitaristas Aldo Tinoco e Sergio Pinheiro e o diretor da Urbana, Josivan Moreno, participaram do encontro e apresentaram ações para a elaboração dos planos. Na Audiência também foi apresentado o prognóstico dos recursos sólidos do município.
A Audiência da quarta-feira (04) foi a segunda de quatro previstas do processo de elaboração dos planos de saneamento e resíduos sólidos, que são essenciais para o recebimentos de recursos federais para essas áreas.
Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Santa Cruz
A dignidade de Mandela expressa por Freeman
Morgan Freeman é a cara de Mandela. Quem duvidar, veja Invictus (2009),
no qual o ator norte-americano interpreta o líder sul-africano em uma
das passagens fundamentais da sua atuação como presidente. Trata-se da
hábil manobra política que consistiu em transformar a seleção de rúgbi
do país, tida como nicho de racistas, em símbolo da união nacional,
grande ambição de Mandela desde quando saiu da prisão, em 1990.
Acontece que, em 1995 jogava-se na África do Sul o Campeonato Mundial de Rúgbi. O time africano entrava na competição como dono da casa, mas parecia não ter qualquer possibilidade de vitória. Nelson Mandela conversa com o capitão do time, vivido por Matt Damon, e o convence de que a vitória é fundamental para o país àquela altura do campeonato.
Há cenas que definem a mão de um diretor de peso, Clint Eastwood, no caso. Logo no início, vemos a comitiva de Mandela libertado depois de 27 anos de cárcere na prisão de Robben. Os automóveis passam por um campo onde um time de rúgbi é treinado. O técnico fala para um dos garotos: “Guarde bem esse dia. Hoje a África do Sul começou a sua ida para a ruína”. Uma simples cena define o ânimo de parte do país.
Noutra, vemos Mandela interferir numa reunião que pretende mudar cores do uniforme, nome e hino do time nacional, identificado com os africâneres. Mandela vê nisso um erro. Entende que o momento é o de preservar a simbologia do inimigo e transformá-la em signo de união nacional. Assimilar adversários ferrenhos faz parte da política e aconteceu até mesmo na Revolução Russa.
Outra sequência que não se esquece é a visita de Damon à cela de Mandela, conservada como relíquia nacional. A face silenciosa do capitão do time expressa seu sentimento profundo de compreensão daquele homem que lhe fora pedir a vitória.
A direção de Clint é sóbria, precisa, com pouca concessão a sentimentalismos. Mas o que sobressai é mesmo a interpretação de Morgan Freeman, que consegue se parecer ao Madiba até mesmo na forma de andar. Isso, os grandes atores percebem quando precisam interpretar um personagem real e de alta visibilidade como Mandela.
Não basta se parecer no rosto, porque disso a maquiagem em geral se incumbe. É preciso assemelhar-se também na expressão corporal Nós conhecemos o modo falar, de mexer a cabeça, de andar de um pessoa íntima. Inconscientemente, é o que nos fornece o signo de reconhecimento à distância. E Freeman captou muito bem esses sinais corporais de Mandela.
Em especial, essa aura de dignidade que foi a marca maior de Mandela. Revolucionário na juventude, Madiba meditou sobre seu país durante os 27 anos de cárcere e concluiu que precisava de uma solução negociada para fazer a transição.
Seu plano foi um sucesso e o esporte, no caso o rúgbi, desempenhou função importante. Mandela conduziu o jogo como verdadeiro estadista, e seu intérprete, Morgan Freeman, compreendeu a essência dessa ação política para melhor interpretá-lo. Invictus faz parte de Coleção Clint Eastwood, caixa com sete filmes do diretor lançada em Blu-Ray pela Warner.
Acontece que, em 1995 jogava-se na África do Sul o Campeonato Mundial de Rúgbi. O time africano entrava na competição como dono da casa, mas parecia não ter qualquer possibilidade de vitória. Nelson Mandela conversa com o capitão do time, vivido por Matt Damon, e o convence de que a vitória é fundamental para o país àquela altura do campeonato.
Há cenas que definem a mão de um diretor de peso, Clint Eastwood, no caso. Logo no início, vemos a comitiva de Mandela libertado depois de 27 anos de cárcere na prisão de Robben. Os automóveis passam por um campo onde um time de rúgbi é treinado. O técnico fala para um dos garotos: “Guarde bem esse dia. Hoje a África do Sul começou a sua ida para a ruína”. Uma simples cena define o ânimo de parte do país.
Noutra, vemos Mandela interferir numa reunião que pretende mudar cores do uniforme, nome e hino do time nacional, identificado com os africâneres. Mandela vê nisso um erro. Entende que o momento é o de preservar a simbologia do inimigo e transformá-la em signo de união nacional. Assimilar adversários ferrenhos faz parte da política e aconteceu até mesmo na Revolução Russa.
Outra sequência que não se esquece é a visita de Damon à cela de Mandela, conservada como relíquia nacional. A face silenciosa do capitão do time expressa seu sentimento profundo de compreensão daquele homem que lhe fora pedir a vitória.
A direção de Clint é sóbria, precisa, com pouca concessão a sentimentalismos. Mas o que sobressai é mesmo a interpretação de Morgan Freeman, que consegue se parecer ao Madiba até mesmo na forma de andar. Isso, os grandes atores percebem quando precisam interpretar um personagem real e de alta visibilidade como Mandela.
Não basta se parecer no rosto, porque disso a maquiagem em geral se incumbe. É preciso assemelhar-se também na expressão corporal Nós conhecemos o modo falar, de mexer a cabeça, de andar de um pessoa íntima. Inconscientemente, é o que nos fornece o signo de reconhecimento à distância. E Freeman captou muito bem esses sinais corporais de Mandela.
Em especial, essa aura de dignidade que foi a marca maior de Mandela. Revolucionário na juventude, Madiba meditou sobre seu país durante os 27 anos de cárcere e concluiu que precisava de uma solução negociada para fazer a transição.
Seu plano foi um sucesso e o esporte, no caso o rúgbi, desempenhou função importante. Mandela conduziu o jogo como verdadeiro estadista, e seu intérprete, Morgan Freeman, compreendeu a essência dessa ação política para melhor interpretá-lo. Invictus faz parte de Coleção Clint Eastwood, caixa com sete filmes do diretor lançada em Blu-Ray pela Warner.
" O desastre continua" Servidores da Saúde estadual retomam greve a partir de hoje
Hoje, mais uma vez, a saúde estadual amanhece em greve. Após a categoria passar 34 dias, entre agosto e setembro deste ano, de braços cruzados, nesta terça-feira o movimento grevista será retomado porque os termos do acordo celebrado na última negociação, segundo dirigentes do Sindicato dos Servidores da Saúde do RN (SindSaúde) foram descumpridos e as negociações com a administração pública para forçar o cumprimento das cláusulas não avançaram.
Na administração estadual, os servidores da saúde não são os únicos a indicar suspensão das atividades. Ontem pela manhã, em coletiva de imprensa unificada, dirigentes dos sindicatos dos educadores estaduais, dos policiais civis e dos servidores da Administração Indireta, apresentaram o panorama do funcionalismo público potiguar, que consideram “caótico” e anunciaram uma possível onda de greves.
Os policiais civis e servidores do Instituto Técnico-científico de Polícia (Itep/RN), representados pelo Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (Sinpol/RN) indicaram assembleias nos próximos dias 16 e 18, provavelmente com a votação favorável para mais uma paralisação, após mais de 60 dias de braços cruzados, neste ano. Os professores também, por meio do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (Sinte/RN), anunciaram uma assembleia no dia 22 de janeiro. A tendência é que o ano letivo de 2014, marcado para 23 do mês que vem, não comece na data estabelecida devido ao movimento dos educadores.
A reclamação da Saúde quanto à falta de compromisso do Governo ganha unanimidade entre as categorias. Acordos feitos nas últimas negociações, segundo os sindicalistas, “foram simplesmente desfeitos”. É o caso do que ocorreu nas conversas entre Executivo e Sindicato dos Servidores da Saúde do RN (Sindsaúde/RN). Dos cinco pontos postos em pauta, o Governo se comprometeu a cumprir três, o que fez a categoria, na época em greve, voltar às atividades.
O principal deles foi o acerto para aplicação de tabela com o internível de 3% a ser feita entre março e maio de 2014 por nível – elementar, médio e superior. Ficou ainda acordado que o Governo ainda enviaria um projeto de lei com a nova tabela à Assembleia Legislativa, algo que não ocorreu. Além disso, a administração pública agora afirma que não pode manter o pagamento para maio aos servidores de nível superior da saúde. O Executivo já indicou que fará isso em parcelas, entre agosto e setembro.
Outra questão da pauta de reivindicações que vem irritando o Sindsaúde é a criação da chamada comissão mista que revisará o Plano de Cargos. O grupo até foi formado e um documento enviado à Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), mas não houve resposta oficial até agora. Além disso, a a promessa de enviar o projeto de lei ao Legislativo também não se concretizou.
O terceiro ponto é o pagamento de 22% das gratificações aos aposentados, que receberiam em grupos em janeiro, fevereiro e março. O problema é que agora, segundo os sindicalistas, não há mais garantias de que a promessa seja cumprida e os aposentados recebam realmente em janeiro.
“Cansados disso, cumpriremos o que prometemos quando terminamos a greve. Dissemos que iríamos ficar em ‘estado de greve’ e se não fôssemos atendidos, iríamos retomar a paralisação. E é isso que vai acontecer: vamos retomar a greve amanhã [hoje] com o objetivo de transformar em lei tudo aquilo que for acordado”, afirmou a diretora geral do SindSaúde, Simone Dutra. Daqui a três dias, a categoria promove assembleia geral.
Dutra ainda relatou o cenário de caos implantado neste ano. Não se paga mais terço de férias, alguns servidores perderam R$ 1 mil no contracheque, o número de funcionários nas escalas de plantão foram reduzidos. Tudo isso foi relatado pela sindicalista, que alerta: “Essa greve é um ensaio para uma greve unificada no ano que vem”.
FIFA condena violência nos estádios brasileiros
A Fifa condenou a violência nos estádios brasileiros, mas alertou que o
sistema de segurança da Copa do Mundo será completamente diferente do
que existe no Campeonato Brasileiro e que o modelo já provou que
funciona. As imagens da violência no fim de semana no Brasil deram a
volta ao mundo, em parte abafando o espetáculo do sorteio dos grupos da
Copa. Jornais estrangeiros chegaram a apontar a “batalha campal no país
da Copa”, enquanto que a imprensa inglesa alertou para a “real imagem”
do futebol no Brasil.
A Fifa, em uma resposta por e-mail à reportagem, deixou claro que tais acidentes “não devem ocorrer em nenhum estádio de futebol”. “Isso é muito triste para o futebol brasileiro”, declarou a entidade.
A Fifa, em uma resposta por e-mail à reportagem, deixou claro que tais acidentes “não devem ocorrer em nenhum estádio de futebol”. “Isso é muito triste para o futebol brasileiro”, declarou a entidade.
Cariocas choram duas quedas
O presidente Roberto Dinamite está passando pelo seu pior momento à
frente do clube. Se em 2008 a culpa pelo rebaixamento poderia ser
dividida com o ex-presidente Eurico Miranda, já que ele assumiu o
Cruz-Maltino no meio da competição, dessa vez o ex-jogador vai carregar a
responsabilidade pela queda sozinho. Isso porque se encontra cada vez
mais isolado em São Januário e a pressão contra ele aumentará
consideravelmente essa semana. Isso porque até mesmo alguns dos que
apoiam a sua gestão ficaram insatisfeitos com o comportamento do
dirigente durante o tumulto na Arena Joinville, em Joinville (SC), onde
os cariocas foram goleados pelo Atlético-PR por 5 a 1.
Na visão de alguns conselheiros do clube, Roberto Dinamite não deveria ter aceitado reiniciar a partida contra o Atlético-PR após a interrupção por conta da violência das torcidas organizadas. Eurico Miranda, que chegou a falar em dar queixa contra Dinamite.
FLUMINENSE
O presidente do Fluminense, Peter Siemsen, vai conceder uma entrevista coletiva hoje para falar do planejamento de sua equipe para a próxima temporada. O dirigente ainda está visivelmente abatido com o rebaixado para a Segunda Divisão, confirmada no domingo, mesmo após a vitória de 2 a 1 sobre o Bahia. Isso porque o Coritiba acabou vencendo o São Paulo por 1 a 0. Na entrevista Peter deverá anunciar o futuro de alguns profissionais do clube, mas poucas mudanças deverão acontecer. Financeiramente, como o clube continuará recebendo a cota digna de Série A, o impacto deverá ser pequeno.
Na visão de alguns conselheiros do clube, Roberto Dinamite não deveria ter aceitado reiniciar a partida contra o Atlético-PR após a interrupção por conta da violência das torcidas organizadas. Eurico Miranda, que chegou a falar em dar queixa contra Dinamite.
FLUMINENSE
O presidente do Fluminense, Peter Siemsen, vai conceder uma entrevista coletiva hoje para falar do planejamento de sua equipe para a próxima temporada. O dirigente ainda está visivelmente abatido com o rebaixado para a Segunda Divisão, confirmada no domingo, mesmo após a vitória de 2 a 1 sobre o Bahia. Isso porque o Coritiba acabou vencendo o São Paulo por 1 a 0. Na entrevista Peter deverá anunciar o futuro de alguns profissionais do clube, mas poucas mudanças deverão acontecer. Financeiramente, como o clube continuará recebendo a cota digna de Série A, o impacto deverá ser pequeno.
Dilma será uma das oradoras em homenagem a Mandela na África do Sul
Brasília – A presidenta Dilma Rousseff fará um tributo amanhã (10),
durante cerimônia ecumênica em homenagem a Nelson Mandela, ex-presidente
da África do Sul, falecido na última quinta-feira (5). O tributo ao
primeiro presidente negro da África do Sul e líder da luta contra a
segregação racial no país será no estádio de Soweto, em Johanesburgo, a
partir das 11h, horário local.
A informação foi confirmada, há pouco, pelas assessorias de imprensa do Palácio do Planalto e do Ministério das Relações Exteriores e consta da programação oficial do evento, que já tem confirmada a presença de 89 chefes de Estado.
Além de Dilma, discursarão os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, de Cuba, Raúl Castro, da Namíbia, Hifikepunye Pohamba, e da Índia, Pranab Mukherjee, além do vice-presidente chinês, Li Yuanchao. A presidenta brasileira será, assim, a única representante da América do Sul a se pronunciar publicamente durante a cerimônia.
Homenagens de parentes de Mandela e de representantes da Organização das Nações Unidas ONU) também estão programados para o culto religioso, que deve durar quatro horas. Com quatro horas a mais que o Brasil, a cerimônia começará às 7h, horário de Brasília.
Dilma embarcou, no início desta tarde rumo à África do Sul, acompanhada dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor de Mello e José Sarney.
A informação foi confirmada, há pouco, pelas assessorias de imprensa do Palácio do Planalto e do Ministério das Relações Exteriores e consta da programação oficial do evento, que já tem confirmada a presença de 89 chefes de Estado.
Além de Dilma, discursarão os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, de Cuba, Raúl Castro, da Namíbia, Hifikepunye Pohamba, e da Índia, Pranab Mukherjee, além do vice-presidente chinês, Li Yuanchao. A presidenta brasileira será, assim, a única representante da América do Sul a se pronunciar publicamente durante a cerimônia.
Homenagens de parentes de Mandela e de representantes da Organização das Nações Unidas ONU) também estão programados para o culto religioso, que deve durar quatro horas. Com quatro horas a mais que o Brasil, a cerimônia começará às 7h, horário de Brasília.
Dilma embarcou, no início desta tarde rumo à África do Sul, acompanhada dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor de Mello e José Sarney.
Mais de 25 mil candidatos se inscrevem para o vestibular da UERN
Mais de 25 estudantes estão concorrendo às 2.180 vagas disponíveis no
vestibular da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). As
inscrições foram encerradas na última sexta-feira (6) e as provas serão
aplicadas nos dias 2 e 3 de fevereiro. A concorrência por curso só será
divulgada, conforme no dia 21 de janeiro.
Este ano, uma das novidades é a oferta de 5% das vagas para pessoas com deficiência, equivalente a 131 vagas. Estão inscritos, ao todo, 526 candidatos. Isso representa 2.07% do total de inscritos. Os cotistas da rede pública de ensino somaram 16.904 ou 66,67% dos concorrentes. Já os candidatos que concluíram o nível médio em Centros Supletivos totalizam 1.815, representando 7,16%. Os não cotistas, por sua vez, são 8.451 ou 33,33% dos concorrentes.
Confira o número de inscritos em cada cidade:
Assú- 1.131
Caicó - 1.522
Mossoró - 15.651
Natal - 3.491
Patu - 914
Pau dos Ferros - 2.646
Este ano, uma das novidades é a oferta de 5% das vagas para pessoas com deficiência, equivalente a 131 vagas. Estão inscritos, ao todo, 526 candidatos. Isso representa 2.07% do total de inscritos. Os cotistas da rede pública de ensino somaram 16.904 ou 66,67% dos concorrentes. Já os candidatos que concluíram o nível médio em Centros Supletivos totalizam 1.815, representando 7,16%. Os não cotistas, por sua vez, são 8.451 ou 33,33% dos concorrentes.
Confira o número de inscritos em cada cidade:
Assú- 1.131
Caicó - 1.522
Mossoró - 15.651
Natal - 3.491
Patu - 914
Pau dos Ferros - 2.646
Decoração natalina é alvo de furtos
A decoração natalina na capital potiguar tem sido alvo de vandalismo e furtos. A informação é da Prefeitura do Natal, através da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur). Os últimos atos atingiram a decoração da avenida Engenheiro Roberto Freire, em Ponta Negra, e a árvore da Zona Norte.
A estrutura de ferro da árvore natalina que estava sendo montada na
praça de eventos do Panatis, na zona Norte, tombou durante a madrugada
desta segunda-feira (9). A estrutura metálica de 60 metros de altura
ainda estava sendo montada, quando a queda ocorreu porque os parafusos
da base que sustentam a haste principal foram arrancados. Ninguém se
feriu, mas a Prefeitura teme que novos furtos possam ocorrer, como na
outra árvore, de 18 metros de altura, que será erguida no entorno do
ginásio poliesportivo Nélio Dias.
Já nas
avenidas Engenheiro Roberto Freire e Salgado Filho, as ações foram de
vândalos. Segundo a Semsur, 20 refletores e mais de 15 peças decorativas
foram roubados entre a Hermes da Fonseca e BR- 101, com os criminosos
levando mais de 300 metros de cabos. Na Engenheiro Roberto Freire, 110
metros de cabos furtados, havendo, inclusive, um flagra de roubo de mais
130 metros de fios da iluminação natalina, que foram jogados no
calçadão de Ponta Negra. Esse quantitativo representa um prejuízo de R$
85.600,00
"Esse tipo de ação, além do prejudicar os cofres públicos, tem
atrasado o nosso trabalho para finalização da decoração natalina. Outro
fator prejudicial são os apagões provocados pelos furtos que deixam
vários pontos da cidade às escuras", disse o secretário de Serviços
Urbanos de Natal, Raniere Barbosa.
A empresa
contratada já fez a reposição de parte do material furtado e, pela manhã
de hoje (9), recomeça o trabalho de reposição da torre da árvore no
Panatis. Após o furto, o prazo para acender a árvore será prorrogado em
10 dias.
Prefeitura de Santa Cruz realiza Fórum de Combate às Drogas e à Criminalidade
A Prefeitura de Santa Cruz, através da Secretaria Municipal de Assistência Social, realizou na última quarta-feira (04) o I Fórum Municipal sobre Drogas e à Criminalidade, evento que fez parte da programação da Semana Municipal contra às Drogas.
Com palestras sobre a importância da prevenção contra as drogas e apresentação dos índices de violência no município, o Fórum teve o objetivo de unir os representantes da sociedade civil organizada, sindicatos e autoridades em geral, na busca por alternativas de combate às drogas e à criminalidade.
O evento contou com a participação de representantes da Polícia Militar e da Comunidade Terapêutica Nova Aliança, que atua no trabalho de recuperação de dependentes químicos em Santa Cruz, secretários da administração pública municipal, técnicos, além de profissionais do CREAS.
Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Santa Cruz
"Imprensa não perdoa" Henrique Alves é citado em escândalo de corrupção e prostituição, revela Veja
O presidente da Câmara Federal, o deputado potiguar Henrique Eduardo
Alves, do PMDB, era o objetivo da modelo Luciane Lauzimar Hoepers,
famosa pelos ensaios sensuais e por ter sido presa na Operação Miqueias,
da Polícia Federal, envolvida em um escândalo que misturava
prostituição e política. Não que ela se interesse por homens mais velhos
ou por grandes líderes políticos, como é o caso de Henrique. Luciane
Hoepers queria usá-lo para conseguir “clientes” no Congresso Nacional. A
informação está na revista Veja desta semana. Segundo a reportagem,
Luciane Hoepers deveria se esforçar para conseguir um emprego no
gabinete do parlamentar e “com isso, conseguir um canal para facilitar
os interesses da quadrilha no Congresso”.
Assinar:
Postagens (Atom)
















