terça-feira, 29 de outubro de 2013

Assembleia aprova em 1º turno lei que acaba com marca de governo

 Os deputados aprovaram por unanimidade, em primeiro turno,  as propostas de emenda 001 e 002, que proíbem o uso de marcas e slogans publicitários pelo Governo do Estado e a afixação de quadros com fotos de governantes. De acordo com a proposta 001/2013, o Poder Executivo somente poderá utilizar nas peças de propaganda como marca de governo o brasão do Estado e como slogan, a frase: "Governo do Estado do Rio Grande do Norte".

As duas propostas são de iniciativa do deputado Kelps Lima (Partido da Solidariedade). A PEC 001 também proíbe a colocação da imagem de chefe de poder ou dirigente de órgão da administração direta e indireta em repartições públicas. 
 
Durante a discussão do projeto, o deputado Fábio Dantas (PC do B) disse que, apesar de simples, a medida era muito importante para conter gastos com publicidade. Segundo o projeto, as imagens podem ser fixadas somente na galeria de ex-gestores. 
 
A PEC 002 altera o artigo 26, da Constituição Estadual, nos moldes do artigo 17 da Constituição Federal. A constituição do RN passa a ter em sua redação o princípio da eficiência, acrescentado aos já expressos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade. As duas PECs voltam ao plenário na próxima quarta feira, dia 6 de novembro, para a discussão e votação em sgundo turno. Uma Proposta de Emenda Constitucional para ser aprovada precisa ter  três quintos dos votos dos deputados nas duas votações.

Sindicatos entregam pedido de impeachment de Rosalba à ALRN e ameaçam processar Governo

O Dia do Servidor Público foi lamentado nesta segunda-feira. Isso mesmo, lamentado, porque segundo os Sindicatos dos Servidores da Administração Indireta (Sinai) e dos Trabalhadores da Saúde (Sindsaúde), a quantidade de fatos a se lamentar devido à atual gestão estadual são maiores do que os motivos de comemoração. Tanto é assim que o Sindsaúde deve apresentar um pedido de impeachment da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) à Assembleia Legislativa na próxima quinta-feira.

O pedido será baseado no “não cumprimento de responsabilidades do Governo, como na Saúde e Educação”, conforme ressaltou a coordenadora-geral do Sindsaúde, Simone Dutra. “Vamos apresentar uma denúncia por improbidade administrativa. O Governo não está fazendo o seu papel e não podemos mais esperar até que essa gestão termine para mudar o comando. Precisamos de uma mudança agora. Precisamos que a sociedade se mova nesse sentido, porque não somos obrigados a esperar quatro anos por uma má escolha na eleição”, ressaltou Dutra.

Segundo a sindicalista, esse descumprimento de responsabilidades estaduais pode ser traduzido na morte de pacientes na rede pública de saúde e no anúncio de atraso no pagamento dos servidores – segundo o Governo, uma reprogramação salarial.
Com relação ao atraso no pagamento de servidores, por sinal, tanto o Sindsaúde, quanto o Sinai já estudam entrar com ações na Justiça contra o Governo do Estado caso o pagamento seja feito após o que determinam a Legislação Trabalhistas, que é a folha quitada até o quinto dia útil do mês seguinte. “Essa questão de reprogramação foi mais um assunto que temos a lamentar e que está dentro dessa situação de desmantelamento do funcionalismo público estadual. Até porque não há qualquer fato, qualquer indício que justifique esse atraso, uma vez que o estado tem uma arrecadação maior do que a do ano passado e em 2012, nós não sofremos com esse problema no ano passado”, ressaltou o presidente do Sinai, Santino Arruda.

Além disso, segundo o dirigente sindical, a justificativa do Governo do Estado, de que a folha de servidores tem sido responsável por parte das dificuldades financeiras do Estado, também não se “encaixa” com a realidade. “Nós temos boa parte dos salários congelados há alguns anos. Os servidores da administração indireta do Estado, por exemplo, não tiveram aumento salarial e agora vão ter que sofrer com essa reprogramação. Por isso, caso o pagamento dos salários ou do décimo terceiro não seja feito dentro do período legal, vamos sim recorrer a Justiça”, ameaçou Arruda.

Vale lembrar que, segundo o Governo do Estado, o pagamento dos salários de 95% dos servidores públicos deverá ser feito até o dia 31 deste mês. O restante dos funcionários públicos deverá receber até o dia 8 de novembro, ou seja, antes do quinto dia útil do mês subsequente. Contudo, essa “reprogramação de pagamentos” deve continuar até o final do ano. E também segundo o Governo, não há garantia nem mesmo do 13° salário pago dentro do tempo.

“Sinceramente, não acreditamos que o Governo tenha a cara de pau a ponto de ferir a lei trabalhista nesse sentido. Contudo, estamos preparados para buscar a correção judicial disso, até porque não esperávamos essa reprogramação financeira. Não aconteceu nada nesse ano que tenha se diferenciado dos últimos 20 anos (quando o Estado passou por crises, mas não mudou a data de pagamento do funcionalismo)”, ressaltou.

De qualquer forma, mesmo se não ferir a legislação, a reprogramação financeira já representa um problema para o Estado, uma vez que atrasa a entrada de dinheiro no comércio. “O dinheiro do salário não vai para a poupança. Vai para o comércio, movimenta a economia. Muitos já esperam o final do mês para atender os funcionários públicos. Com o atraso no pagamento, vai diminuir a oferta de produtos, as vendas e até a arrecadação do próprio Estado. É de uma miopia muito grande por parte do Governo essa reprogramação”, analisou.

Deputados farão nova discussão sobre substitutivo da PEC do teto remuneratório

Foi obstruída a votação do substitutivo da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do teto remuneratório dos servidores públicos do Estado. Os deputados decidiram pela obstrução, pois surgiram dúvidas sobre as alterações feitas no texto original da matéria. O Projeto será discutido em reunião com o colegiado de líderes para decidir como será a tramitação na Casa. A emenda que gerou impasse entre os deputados trata de alterações feitas pela Comissão Especial, que tem como objetivo resguardar direitos adquiridos pelos servidores até 2003.
 
A PEC 09/2013 insere o § 12 ao artigo 37 da Constituição “a fim de permitir a fixação do teto remuneratório para todos os agentes públicos no âmbito de qualquer dos Poderes do Estado, do Ministério Público, do Tribunal de Contas e da Defensoria Pública cujo valor é o subsídio percebido pelo Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado, não se aplicando tal limite aos subsídios dos Deputados Estaduais”. A matéria é de autoria do Poder Executivo.
 
Dessa forma, os salários desses servidores não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos desembargadores do Tribunal de Justiça. Na Assembleia Legislativa já existe o abate teto, ou seja, nenhum funcionário pode receber mais que um deputado. O teto remuneratório, neste caso, é o salário do parlamentar.

Ricardo Motta analisa: “Acho que a Rosalba Ciarlini não seria candidata se a eleição fosse hoje”

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ricardo Motta (PROS), disse acreditar que a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) não seria candidata à reeleição se a eleição fosse hoje. O parlamentar, que assumiu a orientação política do PROS no Rio Grande do Norte, sinalizou para uma composição com os demais partidos da base de Dilma Rousseff (PT). “Nós temos pontos comuns com o PT, temos convergências com o PMDB, temos afinidade com o PSD, com o PR. Agora, temos que respeitar essa verticalização no que diz respeito aos palanques que serão montados no RN”, disse Motta, durante entrevista a 94 FM.

Ao falar sobre reeleição, Ricardo Motta salientou que o quadro eleitoral, hoje, não é favorável à governadora. “Nós estamos vendo que é uma realidade que a governadora, se fosse hoje à reeleição dela, eu não acredito que ela fosse candidata, eu não acredito. Se alguém acreditar eu respeito. Mas, no momento, eu não acredito”, frisou o deputado, destacando que as próprias pesquisas revelaram a dificuldade do governo.

“Pelas próprias pesquisas você vê que está muito a desejar; salvo engano 70%, 80% (da população reprova o governo)”, disse o parlamentar, citando, como exemplo das dificuldades do governo, problemas no setor de saúde. Ele relatou que um médico do hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim, que trabalhou durante 36 horas seguidas e “teve que ir a uma delegacia para poder dizer que não tinha mais condições de trabalhar, já estava exausto”.

“Claro que ninguém desgoverna porque quer, não é isso, eu não estou dizendo isso, mas eu quero dizer que a Assembleia lamenta”, disse o presidente da Assembleia. “Esperamos que esses índices do governo melhorem, afinal de contas nós queremos o povo do RN melhor. Agora as pesquisas infelizmente não têm dito isso”, disse.

Ao lamentar o insucesso do governo, Ricardo Motta salientou que a Assembleia Legislativa não faltou em nenhum momento à gestão. “Eu lamento, porque é um governo que a Assembleia Legislativa não tem faltado em momento algum. A Assembleia sempre foi parceira, além do governo, acima de tudo do Rio Grande do Norte”, disse, citando as “votações de projetos para que desse o suporte financeiro para a construção da Arena das Dunas e o RN sustentável”, dentre outros. “A Assembleia Legislativa não faltou em momento algum”.

Apesar de não acreditar numa candidatura à reeleição de Rosalba, caso as eleições fossem hoje, Ricardo disse que se a governadora for realmente para a disputa, haverá um debate no PROS para avaliar se apoiaria ou não o projeto da gestora. Apesar disso, ele foi claro ao sinalizar que a há uma afinidade do PROS com os partidos da base de Dilma. “Se Rosalba for candidata vamos debater. Tudo é possível no Rio Grande do Norte. Ninguém trata de fazer oposição por oposição”.

PROS
Ao falar sobre o PROS (Partido Republicano da Ordem Social), Ricardo Motta lembrou que a legenda tem cinco deputados estaduais e cinco vereadores em Natal, presidindo as duas Casas Legislativas, e que também recebeu a adesão de 19 prefeitos, além de centenas de vereadores, se constituindo numa importante força política do Estado.

“O PROS é um partido cujos números de eleitores que teve através de seus deputados e dos seus vereadores somam quase 400 mil votos, o que representa 20% do eleitorado do RN. Com essa bagagem aí, quem é que não quer compor com o PROS?”, questionou, informando que o tema PP foi superado. “O futuro é quem dirá quem realmente tinha razão, quem realmente agiu com bom senso, com lealdade, quem foi correto”, disse, se reportando ao que ele mesmo classificou de “tomada” do PP pelo deputado Betinho Rosado.

Ricardo Motta disse ainda que o PROS em 10 dias conseguiu, ao lado de companheiros, formar um partido forte, que tem a maior bancada na Assembleia Legislativa com cinco parlamentares. “O PROS é um partido que abrange todo o Rio Grande do Norte, todas as regiões do Estado. Temos a maior bancada na Câmara de Natal, a maior bancada juntamente com o prefeito de Macaíba, Fernando Cunha, com oito vereadores, a maior bancada em Assu, com nove vereadores, a maior bancada em Caicó, três vereadores em Mossoró. Veja que é um partido que tem bastante musculatura e com certeza esse partido será ouvido nas eleições do próximo ano. É um partido que terá vez e voz na sucessão estadual”.

Líder do PROS acredita na união da base de Dilma no RN
O deputado Ricardo Motta acredita que os partidos que irão apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff no RN poderão “caminhar juntos” em 2014. Ele disse que o presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB), o ajudou a assumir o PROS no Estado, e que a afinidade do PROS com a base de Dilma é um evidente sinalizador de que a legenda deverá integrar este palanque.

“É evidente que é um sinalizador. Já temos pontos em comum. O deputado Henrique é um grande amigo, é um amigo de longas datas, desde o seu pai, que foi amigo do meu pai, do meu avô. Existe uma afinidade bastante firmada entre nós. O nosso passado e o nosso presente. Nós temos tudo para deliberar, para debater conjuntamente com os outros parlamentares, com os outros presidentes de partidos, principalmente aqueles que defendem a reeleição da presidente Dilma. Nós poderemos muito bem afinar a orquestra e caminharmos todos juntos”, disse Ricardo Motta.

Apesar disso, o quadro para 2014 está incerto e o PROS está aberto a dialogar com outras legendas. “O PROS não descarta nada e nem confirma nada. O PROS vai debater o assunto no momento adequado. Agora, nós temos um ponto em comum, que é no que diz respeito ao presidente da República. O PSB tem um eventual provável candidato a presidente da República, que é o governador de Pernambuco, de quem, a ex-governadora é uma dileta amiga. Sou muito amigo da deputada Márcia, já fizemos campanhas passadas juntas com o ex-governador Lavoisier. Aqui no Rio Grane do Norte todo mundo é amigo, agora os adversários serão no momento oportuno e adequado. Mas eu não descarto conversar com nenhum partido político. Vamos abrir o diálogo, vamos dançar de acordo com a música”.

Sobre o PROS apoiar a reeleição de Rosalba, Ricardo Motta voltou a enfatizar a afinidade da sigla com os partidos da base governista federal. “Nós temos uma afinidade muito grande no partido a nível federal: Será que o DEM apoia a presidenta Dilma? Eu creio que não. Então isso aí já é um ponto divergente. Mas vamos debater”, afirmou o deputado.

Partidos pequenos articulam aliança e podem lançar candidato a governador

Em meio as indefinições do processo eleitoral de 2014, cinco pequenos partidos articulam, em silêncio, uma aliança tendo em vista a disputa proporcional e majoritária do próximo ano. PSL, PTN, PHS, PSDC e PEN estão cada vez mais próximos de fechar parceria. A expectativa é que a aliança renda a eleição de pelo menos dois deputados estaduais. Além disso, o grupo também pensa na formação de uma chapa capaz de disputar a sucessão da governadora Rosalba Ciarlini.

Os líderes das cinco legendas se reuniram no final da manhã desta terça-feira (29), para dar sequência a série de negociações que estão próximas de um final feliz. Internamente, a maioria do grupo concorda inclusive com a possibilidade da coligação ter seu próprio nome na corrida eleitoral pelo governo do Estado. Hoje, o nome mais cotado entre os partidos é o do advogado Araken Farias, presidente estadual do PSL e ex-coordenador do Procon estadual.

O Jornal de Hoje entrou em contato com Araken. O advogado ainda não confirma sua participação na disputa majoritária, mas não descarta a possibilidade de uma chapa própria do grupo, inclusive com seu nome no cargo principal. “Ainda estamos conversando para que todos estejam unidos na mesma decisão. É uma possibilidade (a chapa majoritária), mas isso só será definido em 2014, no momento adequado”, disse Araken.

O advogado deixou a coordenadoria do Procon e abriu espaço para a nomeação do ex-vereador Ney Lopes Júnior (DEM). Após quase três anos no cargo, onde realizava um trabalho de destaque positivo na imprensa e na opinião pública, Araken deixou a função e decidiu romper com o governo Rosalba Ciarlini, alegando que teria sido exonerado por questões políticas, com o objetivo de acomodar aliados da governadora.

Proporcional
Caso se confirme a união dos cinco partidos, a Assembleia Legislativa terá chance de receber pelo menos um integrante da coligação. Entre os nomes mais conhecidos dos cinco partidos, estão o advogado Joanílson de Paula Rego, presidente estadual do PSDC, e a vereadora Eleika Bezerra, do mesmo partido.

Pelo PHS, além do presidente estadual da legenda, Leandro Prudêncio, podem entrar na disputa por um mandato de deputado estadual o atual vereador natalense, Maurício Gurgel. O PSL, além de Araken, também pode lançar a candidatura de Roberto Ronconi para a Assembleia.

Crueldade em Macaíba: Deficiente mental é morto com golpes de facão e tem corpo queimado

A polícia registrou um crime bárbaro, em uma granja no distrito de Traíras, em Macaíba, no início da manhã desta terça-feira (29). Pedro Vasconcelos da Silva, de 26 anos, foi assassinado com golpes de facão e, em seguida, teve o corpo queimado. De acordo com familiares, o jovem era deficiente mental.

Mesmo assim, ele costumava sair de casa para beber e, na noite desta segunda-feira (28), estaria bebendo com um homem que seria caseiro dessa granja. Em determinado momento, os dois tiveram uma discussão e o homem acabou matando Pedro Vasconcelos.

O criminoso chegou a fazer uma fogueira e jogou o corpo da vítima em cima, após matá-lo com os golpes de facão na cabeça. De acordo com o cabo De Souza, do 11º Batalhão da Polícia Militar, logo após o crime, que aconteceu por volta das 4h30, o suspeito fugiu da granja.

Desde que a polícia foi acionada realiza diligências para tentar localizar o assassino, no entanto, até o momento, ninguém foi preso. Segundo José Maria, tio da vítima, Pedrinho, como era mais conhecido na região, costumava beber e já tinha se envolvido em outras brigas.

“É lamentável que isso tenha acontecido. Pedrinho foi morto de maneira cruel e ele não merecia isso, ainda mais sendo deficiente mental”, comento o tio.

Procurador geral de justiça participa de próxima reunião da CCJ

O procurador geral do estado, Rinaldo Reis, participará da próxima reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para dar explicações sobre os projetos 011/2013 e 012/2013. As matérias tratam, respectivamente, da substituição dos procuradores por promotores em casos de suspeição e impedimentos, e licenças e afastamentos de até 60 dias e da alteração das leis complementares 141 e 446, para criação de funções gratificadas de chefe recursal, coordenador de grupo de atuação especial de combate ao crime organizado e coordenador do gabinete de segurança institucional.

O deputado Kelps Lima (SOLIDARIEDADE), presidindo a reunião da CCJ desta terça-feira, explicou que o Ministério Público do Estado enviou notas técnicas que serão apreciadas ao longo da semana pela CCJ. A participação do procurador geral de justiça, Rinaldo Reis, na foi remarcada para a próxima reunião. O deputado Kelps Lima (SOLIDARIEDADE), é o relator do projeto 012/2013, e o deputado Agnelo Alves (PDT) ficou responsável pela relatoria do projeto 011/2013.

Na reunião desta terça-feira, os deputados da CCJ aprovaram o projeto de lei de autoria do deputado Walter Alves (PMDB) que torna obrigatória a presença de um desfibrilador cardíaco em locais de grande concentração de pessoas e ainda reconheceram quatro instituições como de utilidade pública: Fundação Teresina Martins Freire, Centro de Assessoria Técnica para Agricultura Familiar, Conselho Comunitário Santa Luzia de Touros e a Associação Comunitária União do Povo Mipibuense.
 
Mais
O presidente do Tribunal de Justiça, Aderson Silvino, será convidado pela CCJ para esclarecer o projeto que revoga a Gratificação para Técnico de Nível Superior (GTNS), já aprovada pelo pleno do TJ e encaminhada para votação na Assembleia Legislativa. O Tribunal de Justiça encaminhou à Assembleia Legislativa o projeto 013/2012 para revogar a gratificação de técnico de nível superior, com a alteração do art. 3º, da lei Nº 6373, sob a justificativa de “permitir a realização de concurso público necessário para o preenchimento de quase 1000 cargos”.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Tomba irá comemorar aniversário com shows de Grafith, Farra de Rico e Ferro na Boneca



O próximo dia 1º de Novembro, vai ser dia de festa. A exemplo do que faz anualmente, o deputado estadual Tomba Farias (PSB) irá comemorar seu aniversário, na noite de sexta-feira (dia 1º), na cidade de Santa Cruz, onde contará com as presenças de amigos, correligionários e lideranças da política do Rio Grande do Norte.
        O evento terá início inicio às 20h, com uma missa na Igreja Matriz. Em seguida, a festa, que é aberta ao público, prosseguirá no pátio da Igreja, onde haverá shows com as bandas "Grafith", a partir das 22 horas. 
        Já na madrugada do sábado, a 0h30min, quem vai subir ao palco é a banda "Farra de Rico". Às 3 horas será a vez do grupo  "Ferro na Boneca" se apresentar para os convidados.
         Uma estrutura de camarote será disponibilizada para receber  os amigos de Santa Cruz e de outras regiões do estado que vão abraçar o parlamentar. 




Assessoria de imprensa

Tangará tem "3 prefeitos"

Essa eu soube em Tangará, terra de Teodôrico Bezerra...
No municipio e na Região Agreste e Traíri não se fala em outra coisa e virou assunto primordial nas rodas políticas em todas as esquinas... é a cidade com três prefeitos.

 
Por lá dizem que existe o prefeito eleito de direito Alcimar(PROS), seu pai Gija(quem da as ordems) e a esposa de Gija e ex-prefeita de Sítio Novo, Wanira Brasíl (que dá seus pitacos).

 
Além de ter 3 prefeitos, está tudo em casa...

NA FOTO: os "três prefeitos" em audiência com o ministro da previdência , Garibaldi Filho.





Via: Blog do Tales Vale

Corpo de homen encontrado na Zona Rural de Tangará é de um Santacruzense

Foi encontrado na manhã desta segunda-feira (28) por volta dás 10:30 da manhã, na estrada que da acesso ao sitio trairi, município de Tangará,  o corpo do senhor Protásio Antônio Soares de Azevedo, conhecido por Tásio Azevedo de cerca de 55 anos. Ele era protético e residia na Rua Mossoró em Santa Cruz. o corpo foi encontrado com características de execução, pois o mesmo encontra-se com perfuração de balas no rosto.
 
Segundo informações da Policia Militar de Tangará o homicídio pode ter acontecido no local onde se encontrava o corpo, nas primeiras avaliações ainda no local, populares constataram que não era cidadão tangaraense e só foi identificado na tarde desta segunda-feira por familiares da vítima. O Itep foi acionado para remoção e identificação do corpo. Ainda não se sabe o motivo pelo qual o crime ocorreu, fica aqui os nossos sentimentos a todos os familiares da vítima.


Foto e informações: Blog Tangaraense 
 
 
Via: Blog do Joseilson

Mensagem da Prefeita Fernanda Costa para os Servidores Públicos


Vergonhoso...Audiência pública marcada para discutir a falta d'água na Serra da Tapuia foi desmarcada

A audiência publica que estava marcada para amanha, dia 26, foi desmarcada pelas autoridades que já haviam se comprometido com representantes de moradores daquela comunidade.
Como foi noticiado neste blog já estavam confirmadas as participações do Prefeito Richardson Xavier, Os vereadores representantes do distrito, Inácio Garapa e Gi, Zé de Santiago e o Secretário de Recursos Hídricos do município, Emanuel Soares.

Segundo informações a audiência publica foi adiada porque, segundo eles, o problema da falta d’água já esta sendo resolvido por eles, junto a Defesa Civil do Estado.
Para bom entendedor meia palavra basta. Se forem analisar direito vejam só quem iriam participar da reunião: o Senhor Prefeito, personagem principal, que deveria procurar um meio para solucionar o problema e que em época de campanha, em seus comícios, tratava essa tema como um prioridade em sua administração; O Senhor Hudson Xavier, ex-prefeito, principal personagem na época que usou canos inadequados (PVC) para tal obra; Inácio Garapa, vereador, um dos que desviam a água para seu plantio de maracujá; Gi, vereador que não dirá nunca um nao (pelo menos por enquanto) ao prefeito; Zé de Santiago, que na hora de explicar não saberia o que dizer e Emanuel Soares que assume um cargo só para somar mais um. Resumindo, uns com rabo presos e outros sem nenhuma fundamentação ou explicação convincente para dar. Brincaram com a inteligência dos moradores da Serra da Tapuia. Mais uma vez trataram a situação com descaso, sem o menor respeito pelo moradores daquela comunidade. Isso é no mínimo LAMENTÁVEL E VERGONHOSO. Esperamos  que a comunidade não pare por ai, que busquem uma solução e que não aceitem de braços cruzados e que tomem uma outra iniciativa.



Via: Blog Acorda Sítio Novo

Durou menos de 48 haras a chapa formada pela situação para a disputa do pleito suplementar em Lajes Pintadas

A chapa formada pela situação para a disputa da eleição suplementar em Lajes Pintadas durou menos de 48 horas para ser dissolvida. A chapa da situação havia sido formada em uma reunião com todo grupo da base aliada do ex-prefeito Nivaldo Alves no ultimo sábado e incluía os nomes de Luciana Gomes de Morais candidata a prefeita (PP) e Nirian Alves candidato a vice-prefeito (PR). 

Segundo uma fonte, a desistência de Luciana se deu por intermédio de seu pai, Francisco Canindé de Morais que negou seu apoio a sua candidatura. Agora tudo volta a estaca zero,  vamos aguardar nas próximas horas o anúncio da nova chapa.
 
 
 
 
Via: A Tribuna de Lajes Pintadas

Bezerra confirma convite: “Se tiver que responder agora, minha resposta é não”

Ex-ministro da Integração Nacional, ex-senador da República, ex-líder dos governos Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso Nacional, empresário vitorioso na iniciativa privada e homem feliz e satisfeito com a vida aos 72 anos. Este é o potiguar Fernando Bezerra, hoje o nome do PMDB para disputar o governo do Estado nas eleições do ano que vem.
No entanto, convidado, Fernando Bezerra ainda não decidiu se será candidato. Principalmente, porque está muito bem onde está: à frente dos negócios, na convivência diária com a família. Contudo, admite o convite, feito sob a forma de desafio e como última contribuição política dele ao Estado. Seria uma missão. Um mandato de quatro anos, com as iniciativas necessárias para tentar pôr o Estado nos trilhos do desenvolvimento, e ponto final. Sem reeleição, até.

É neste contexto que Fernando Bezerra afirma que está “amadurecendo” o convite. Nos últimos dias, ele reflete sobre a proposta dos líderes do PMDB no Estado, o atual presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e o ministro da Previdência, Garibaldi Filho.

“Não estou sendo enfático numa resposta negativa, mas não é uma decisão fácil a tomar. Eu estou dando um tempo para que eu possa amadurecer. Mas, se eu tiver que responder agora, minha resposta é não. Não é fácil dizer isso de cara. Tenho tempo para dizer, e essa decisão não está tomada”, revelou o ex-senador ao Jornal de Hoje.


Fernando Bezerra está afastado da política há quase sete anos, quando tentou renovar o mandato de senador da República e perdeu a eleição para a então ex-prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (DEM). Desde então se dedica aos negócios – é dono da empresa Ecocil – e à família, seu maior patrimônio desde então. Agora, se vê às voltas com o destino político batendo à sua porta. E o provável desafio de enfrentar novamente nas urnas aquela que o derrotou: a atual governadora do Estado, Rosalba Ciarlini, que poderá ser candidata à reeleição.

“Eu declaro que não tenho nenhuma decisão tomada sobre isso, houve sondagem. No momento eu não estou disposto a aceitar. Entretanto, eu pedi um tempo para pensar, não sei nem que forças vão ter…”, diz
Para ele, a resposta positiva vai depender de uma análise detida acerca de todas as questões relacionadas. “Eu não sei qual a situação do Estado. Estou um homem muito maduro, tenho que pensar muito mesmo. Tenho 72 anos, não tenho nenhuma vaidade, ambição, nem ansiedade, de modo que prefiro aguardar um pouco”, disse ao Jornal de Hoje.

O nome do empresário, enquanto candidato a governador, surge num contexto de muita força política do seu partido, o PMDB, que no Estado comanda a Câmara dos Deputados e nacionalmente é o principal parceiro político do governo da presidente Dilma Rousseff, do PT.
Liderado pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), e pelo ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, o PMDB foi até recentemente – julho – aliado do governo Rosalba Ciarlini, com quem rompeu. Desde então, o partido anuncia que terá candidato próprio. Seus líderes maiores, contudo, não aceitam o desafio – Garibaldi prefere permanecer ministro ou senador, em Brasília, e Henrique tem planos de se reeleger presidente da Câmara.

Foi Henrique, contudo, que iniciou a difusão do conceito de que o Estado passa por graves dificuldades; que Rosalba Ciarlini não fez as reformas que precisava; e que o RN precisa de um governador que encarne um projeto político amplo de desenvolvimento, com foco na viabilidade econômica do Estado, que hoje estaria inviável, sem atrair investimento e sem crescer como os demais estados nordestinos.

Nesse contexto, surgiram nomes como o dos empresários Marcelo Alecrim, da Ale Distribuidora, e Flavio Rocha, da Riachuelo. Mas foi com Fernando Bezerra que as conversas ganharam mais profundidade. Entretanto, o maior interessado ainda não definiu, e faz ponderações a respeito. “Como todos dizem, é solução para o ano que entra. Daqui para o ano que entra, tem um bocado de água para rolar debaixo da ponte, e eu posso realmente mudar minha decisão de não aceitar”.


Para aceitar, “teria que ter condições favoráveis”
Sobre as condições políticas, o senador deixa evidenciado que se vier a aceitar o desafio de disputar mais uma vez o governo do Estado – ele já disputou em 2002, perdendo para Wilma de Faria (PSB) e Fernando Freire (PMDB) – só o fará se tiver condições políticas adequadas, o que significa bons apoios políticos.

“Se eu viesse a aceitar, teria que ter condições políticas extremamente favoráveis. Não estou dizendo que quero ser nomeado, sei que uma candidatura implica em disputa eleitoral, mas existem disputas eleitorais que são mais favoráveis”, diz, se referindo à possível aliança de apoio ao seu nome, que teria que contar com partidos e lideranças endossando o projeto.

E quanto à formação dessa aliança, Fernando Bezerra diz não ser tarefa para ele, mas para os líderes do PMDB, especialmente o presidente, Henrique Alves. Instado a falar que condições favoráveis seriam essas, ele afirmou: “É uma pergunta para o deputado Henrique Alves responder. Você há de convir que eu estou afastado há seis, sete anos da política, e não tenho tido convivência política com ninguém. Tenho tido convivência social com os políticos. Eu também não estou disposto para me viabilizar em busca de uma candidatura… Não sou eu que estou buscando. Se o partido me quer candidato, é o partido que deve buscar condições políticas”.

“Para o Senado, se eu disser que Fátima é ótima, dirão que vetei Wilma; e vice e versa”
Instado a abordar a formação da chapa, que teria sido proposta pelo presidente do PMDB, Henrique Alves, sendo Fernando Bezerra para o governo, e a deputada federal Fátima Bezerra para o Senado, o pré-candidato do PMDB ao governo do Estado disse não poder se comprometer com nenhum dos nomes como preferenciais para o Senado.

“Não quero responder, porque tudo que eu disser compromete. Se eu disser que Fátima é ótima, vão dizer que eu vetei Wilma. Se eu disser que Wilma é ótima, vão dizer que eu vetei Fátima. E eu não tenho nenhum envolvimento com os demais partidos e lideranças. Apenas fui sondado, sem responder sim e sem ter participado de qualquer negociação política”.
Sobre se a aliança do PMDB com o PT irá se concretizar no Estado, Fernando Bezerra também prefere evitar comentários. Na opinião dele, inclusive, o candidato do PMDB deveria ser o presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves. “Aliás, eu defendo que o candidato deva ser Henrique ou Garibaldi. Como Garibaldi foi muito enfático ao dizer não, acho que Henrique seria uma grande candidatura, por ser experiente, criativo, ter militância da política diária, seria um bom candidato e pelo que conheço, seria um bom governador”.

Paulo Davim afirma que Partido Verde poderá ter candidato a governador

O presidente estadual do PV, Paulo Davim confirma para os próximos dias, um encontro com a vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, presidenta do Diretório Estadual do PSB do Rio Grande do Norte. Nesta entrevista, ele admite um entendimento político com a líder do PSB e não descarta candidatura própria do seu partido ao Governo do Estado nas eleições de 2014.
 Paulo Davim, que está no exercício do mandato de senador no lugar do titular, Garibaldi Filho e é um dos principais defensores do setor de saúde no Senado, fala sobre vários outros assuntos, inclusive o programa “Mais Médicos” do Governo Federal. Segue a entrevista:
JORNAL DE HOJE – O senhor terá um encontro com a vice-prefeita de Natal e presidenta do PSB estadual. Qual será o teor da conversa?
 
PAULO DAVIM – É um encontro solicitado pela vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, para conversarmos sobre política e, naturalmente, sobre sucessão estadual. O PV está receptivo a conversar com vários partidos e não descarta um entendimento com o PSB. O teor detalhado da conversa só saberemos após o encontro.


O JORNAL DE HOJE – O Partido Verde poderá ter candidato a governador nas eleições de 2014?
 
PAULO DAVIM – Essa possibilidade não está descartada, entretanto, precisamos reconhecer que o partido encontra-se num momento de reconstrução e ampliação. Mas, o parlamento continua sendo nossa prioridade. Queremos ampliar nossa representatividade reconquistando o espaço na Assembleia Legislativa e mantendo nossa representação na Câmara Federal.


JH – Como o senhor avalia os nomes citados para o Governo do Estado até agora?
 
PD – São nomes que têm potencial competitivo, mas considero que mais importante do que nomes é um projeto para o Rio Grande do Norte. Não adianta ter bons nomes eleitoralmente sem projetos que resgatem o Estado.


JH – Qual o seu projeto político pessoal?
 
PD – É conduzir o partido no processo eleitoral de 2014, ampliar e consolidar o PV, reconquistar os espaços no parlamento e promover um grande movimento para despertar o compromisso com a sustentabilidade.


JH – O PV votará pela reeleição de Dilma Rousseff?
 
PD – O Partido Verde está discutindo nomes para a presidência da República e certamente terá candidatura própria. Posso citar Fernando Gabeira, Augusto Curi, a vice-prefeita de Salvador, Célia Sacramento, entre outros.


JH – Qual sua avaliação sobre o programa “Mais Médicos” do Governo Federal?
 
PD – É um programa cujo princípio de concepção é correto, que é levar médicos para áreas de difícil provimento. Entretanto, a forma como foi apresentado deu-se sobre pressão das ruas. O programa cometeu alguns equívocos e o próprio governo teve que recuar como no caso do adicional de 3 anos do curso de medicina. Outra medida adotada sem prévia discussão foi a dispensa do revalida, além do vínculo precarizado, a falta de garantia de condições, principalmente sem aceno de financiamento da saúde e carreira médica.


JH – É melhor ter médicos com mínimas condições de trabalho ou não ter médico nenhum?
 
PD – Vou responder essa pergunta com um exemplo que dei ao ministro Padilha. Eu ia no avião no trecho Natal/Brasília e a comissária perguntou se tinha algum médico a bordo. Me apresentei e ela me conduziu até onde estava um passageiro passando mal. A aeromoça colocou a mão no ombro dele dizendo que ficasse tranquilo com a presença do médico. Ele estava enfartando e não tinha nenhum medicamento na hora. O que eu poderia fazer naquele momento? Só me restaria perguntar se o passageiro sabia rezar para nós rezarmos juntos. Quero dizer com isso que não é só a presença do médico. Sem estrutura, o médico é mesmo que um leigo. Se o paciente está com uma doença, tem um problema, se está com uma doença acompanhado por um médico mal formado, está com dois problemas.


JH – Senador, qual é sua expectativa com relação à mini reforma que está tramitando no Senado?
 
PD – Não acredito que evolua em tempo, até porque existe o princípio da anualidade, portanto, significa dizer que nada será posto em prática nas eleições do próximo ano.


“O PV passa por uma reciclagem ideológica”, afirma Rivaldo Fernandes

O presidente do Diretório Municipal do PV em Parnamirim, Rivaldo Fernandes, reitera que o partido deverá ter candidato a Governador do Estado em 2014 e diz que o nome poderá ser do senador Paulo Davim. Segundo o dirigente parnamirinense, o senador Paulo Davim é um nome bom, sem rejeição e credenciado pelos serviços prestados ao partido e ao Rio Grande do Norte na condição de médico e político. “Sendo candidato, Paulo Davim mostrará inicialmente duas prioridades, uma é o enfrentamento à grave crise da saúde pública do Rio Grande do Norte e como resolvê-la. A outra, é o problema da seca que dizimou o rebanho bovino com resultados para a economia do Estado”, observa.

Sobre o encontro do senador Paulo Davim com a vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, Rivaldo Fernandes considera importante para o futuro dos dois partidos, considerados por ele como “bastante identificados”. Observa que PV e PSB são legendas de centro esquerda que lutam pelos mesmos ideais. “O PV está vivendo um processo de reabilitação ideológica a partir da presidência do senador Paulo Davim e da saída de alguns integrantes como Gilson Moura, “que não tinha identidade ideológica”, além de Carlos Paiva, Aquino Neto, que prestaram serviços ao PV, mas também não se identificavam com a causa ambientalista”, ressalta Rivaldo Fernandes.(JP)

Governo Municipal de Tangará homenageia servidores públicos pelo seu dia





SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Fátima Bezerra exclui Wilma de Faria da aliança majoritária com PT e PMDB para a eleição 2014

A deputada federal Fátima Bezerra (PT) vetou hoje a aliança do PT com o PSB no Rio Grande do Norte. Ela afirmou que o assunto foi tratado com o presidente nacional do PT, Rui Falcão, na semana passada. “Infelizmente a iniciativa que o governador Eduardo Campos tomou de sair candidato, é um direito que ele tem, mas nós lamentamos essa posição que ele tomou de sair candidato, em um confronto, portanto, ao projeto nacional, à candidatura da presidenta Dilma, e seguramente a candidatura de Eduardo Campos traz dificuldades aqui para uma aliança no campo majoritário entre o PT e o PSB”, afirmou a deputada, durante entrevista ao “Jornal da Cidade”, 94 FM.

Fátima disse, porém, que a candidatura de Eduardo Campos não anula o respeito mútuo que existe entre o PT e o PSB no Estado. “Eu tenho muito respeito pela ex-governadora e hoje vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria. Eu tenho muito respeito pelos militantes do PSB, pelos deputados do PSB, pelos prefeitos do PSB, muitos deles nossos parceiros, então a candidatura de Eduardo Campos, quero dizer, que não anula o respeito mútuo entre o PT e o PSB no Estado, não apaga uma parceria de aliança política ao longo desses 10 anos e, portanto, eu acho que não deve impedir que a gente continue dialogando com o PSB”.

Contudo, a petista, que pleiteia a condição de candidata ao Senado numa articulação com o PMDB, deixa clara a posição do PT nacional em relação ao PSB. “Concretamente, com a candidatura de Eduardo Campos colocada, de fato há uma dificuldade concreta no que diz respeito a uma aliança na majoritária, porque essa é uma orientação nacional”, afirmou Fátima, lamentando porque que o PSB é aliado do PT desde 1989.

Segundo Fátima, não é porque agora o PSB resolveu lançar candidatura própria que o PT não vai reconhecer o passado em que o PSB esteve ao lado do presidente Lula e ao lado da presidenta Dilma. “Agora, lamentamos, eu acho que é um equívoco essa atitude que o governador Eduardo Campos tomou de sair candidato a presidente nesse exato momento. Aliás, lideranças políticas do próprio PSB não concordavam com essa atitude do governador de Pernambuco, tanto é que lideranças políticas do seu próprio partido deixaram, inclusive, o partido, após essa decisão que ele tomou, como os Gomes no Ceará e outros”, afirmou.

DIÁLOGO
Fátima informou que o PT agendou para os próximos dias um encontro partidário com o PMDB, dos líderes Henrique e Garibaldi Filho. Ela disse que o PT no plano local vai realizar uma nova fase de conversas com os partidos. “Nós vamos conversar com todos os partidos aqui que dão sustentação ao governo da presidenta Dilma. O PT tem o dever e a responsabilidade de contribuir para fortalecer o palanque de Dilma aqui no Estado”, afirmou a petista, destacando que as conversas para unificar a base de Dilma no Estado, além de excluírem o PSB, ocorrerão não só com o PMDB, mas também com o PSD de Robinson Faria, o PDT de Carlos Eduardo, o PC do B de Antenor Roberto, o PROS de Ricardo Motta e o PR de João Maia – se este vier a romper com o governo Rosalba Ciarlini.

“O fato é que nós vamos partir para essas conversas agora, movidos exatamente pelo sentimento de responsabilidade que a gente tem em primeiro lugar com o projeto de reeleição da presidenta Dilma. Vamos colocar claramente para esses partidos a prioridade do PT no Rio Grande do Norte, que é disputar a vaga para o Senado, associado a manter a vaga na Câmara Federal, que duramente a gente conquistou ao longo desses 10 anos e ampliar a nossa presença na Assembleia Legislativa. Vamos partir para o diálogo, porque tudo tem que ser construído”, afirmou Fátima.

CHAPA PRONTA
Sobre as notícias de que PMDB e PT já teriam fechado a chapa majoritária numa articulação com Henrique e Fátima, a deputada petista disse ser muito cedo para qualquer definição. “Isso ainda é no ano que vem. Nós vamos iniciar o diálogo. Conversar a gente conversa; é natural. Eu converso, não só eu com as demais lideranças políticas do PT. É natural e é legítimo, e é bom que se converse”, disse admitindo conversas. “Eu tenho mantido conversa com lideranças políticas não só do PMDB. Eu conversei recentemente com o vice-governador Robinson Faria, tenho conversado com lideranças políticas do PDT, como o prefeito Carlos Eduardo; tenho conversado com lideranças políticas do PC do B. Agora uma coisa são essas conversas que eu faço eu meu nome, outra coisa são as conversas em nome do partido”, declarou.

Fátima finalizou afirmando ser “uma mulher de partido”, informando que “as decisões passarão pela instância partidária”. “E é bom mais uma vez aqui dizer que a conversa de partido para partido vai se iniciar ainda. Nós vamos ter a primeira conversa com o PMDB, que deve acontecer, inclusive, agora nesse final de semana. O presidente estadual do meu partido, Eraldo, me ligou, eu fiz o contato com o deputado Henrique Eduardo, formalizando ao deputado que o PT quer uma conversa de partido para partido e nós vamos ter essa conversa com o PMDB, ter a oportunidade de ouvir por parte do PMDB qual o seu horizonte, o que ele está pensando, quais os objetivos estratégicos do PMDB no que diz respeito ao pleito de 2014 no plano regional e o PMDB ouvir também o PT”, declarou.

Procurador Rinaldo Reis: “Governo do RN ainda não conseguiu explicar de onde tirou os 10,74%”

O Governo do Estado, finalmente, se pronunciou sobre a crise financeira que teria justificado o corte financeiro de 10,74% no orçamento dos demais poderes. Falou, falou, mas não explicou: como chegou a esse percentual de frustração de receita e se desde que a crise foi anunciada houve algum superávit financeiro. Pelo menos foi essa a análise feita pelo procurador-geral de Justiça, Rinaldo Reis. Segundo ele, mas uma vez, o Executivo perdeu a chance de se explicar.

“Li a entrevista concedida pelo secretário de Planejamento e Finanças, Obery Rodrigues, mas o Governo ainda não conseguiu explicar de onde tirou os 10,74%, que foi o percentual cortado dos poderes. E também não disse se houve nesse período (de julho a outubro, no pós-crise) uma arrecadação maior do que a prevista. Na verdade, não foi apresentado nenhum número nesse sentido”, analisou o procurador-geral de Justiça.

A análise de Rinaldo Reis não foi por acaso. Na semana passada, O Jornal de Hoje mostrou alguns dados com base no Portal da Transparência onde é possível ressaltar que o valor arrecadado de ICMS, em setembro, foi o segundo maior dos últimos quatro anos. Quase R$ 360 milhões. Mesmo assim, o Governo do Estado atrasou o pagamento da folha salarial dos servidores, anunciando uma reprogramação na quitação dos vencimentos.

Além disso, uma equipe formada por técnicos em finanças dos poderes Judiciário e Legislativo e dos órgãos auxiliares Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado (TCE) constatou que a frustração da receita prevista para esse período, de 10,74%, chegou apenas a 3,5%. Contudo, todos esses órgãos tiveram seus orçamentos cortados no percentual linear estabelecido pelo Governo do Estado, ou seja, os 10,74%.

Contudo, Rinaldo Reis prefere não antecipar qualquer análise ou acusação ao Governo do Estado. Até porque na última semana ele recebeu, da governadora do Estado, Rosalba Ciarlini, do DEM, os números que precisava para concluir a fase inicial do inquérito civil instaurado para apurar a aplicação do orçamento e o atraso salarial.

“Prefiro não tirar nenhuma conclusão até concluir a análise desses números e tentar desvendar esse mistério que é a frustração no patamar que foi estabelecido pelo Governo do Estado. Veja bem, não estou dizendo que não houve frustração, mas questionamos se foi mesmo nesse patamar”, ressaltou Rinaldo Reis.
 
CONTRADIÇÃO
Além da falta de informações importantes, o procurador-geral de Justiça também viu algumas contradições na entrevista concedida pelo secretário de Planejamento e Finanças. Entre elas, quando Obery Rodrigues, questionado sobre o fato do MPRN estranhar a receita em crescimento e o atraso na folha, responde que a afirmação é uma “agressão à inteligência” das pessoas que lidam com essa questão da fiscalização, como é o caso do TCE.

O problema é que o Tribunal de Contas do Estado é, justamente, um dos que questionam os números apresentados pelo Governo do Estado. O órgão também faz parte dessa equipe formada e que chegou ao percentual de 3,5%, que seria realmente o tamanho da frustração orçamentária. “Com certeza, há uma contradição nessa declaração. O problema foi que o Governo não apontou nenhum número que justificasse o que afirmou com relação ao orçamento”, acrescentou Rinaldo Reis.

Portal da Transparência mostra diferença de quase R$ 2 bilhões entre receita e despesas

Não é por acaso que o Ministério Público do RN, assim como alguns deputados da Assembleia Legislativa, reclamam da falta de transparência do Governo do Estado. O Portal da Transparência, principal fonte de informação do Executivo que, por lei, foi criado com esse intuito, apresenta distorções importantes e que terminam por destituir o discurso de crise do Governo do Estado. Afinal, lá é possível constatar que há uma diferença de quase R$ 2 bilhões entre a receita de janeiro a outubro e a despesa desse mesmo período.

A situação financeira vai, justamente, de encontro ao discurso do Governo. Afinal, o Executivo afirma que o problema não é o aumento da arrecadação financeira do Rio Grande do Norte, mas sim o fato que a despesa aumentou mais do que a arrecadação, baseada numa frustração de repasses. A consequência disso foi a necessidade de cortes orçamentários.
Segundo o Portal da Transparência, de janeiro a outubro, o total pago pelo Rio Grande do Norte foi R$ R$ 5.191.550.007,97. Só de pessoal, encargos sociais e vencimentos e vantagens fixas do pessoal civil foram R$ 1.389.586.372,49. Aposentadoria e Reformas, mais R$ 855.338.309,04. Somado esses quase R$ 5,2 bilhões aos R$ 717.455.495,49, que foi o valor, segundo o Portal, repassado aos demais poderes, chega-se a pouco menos de R$ 6 bilhões de despesas totais até esse período. Ministério Público recebeu R$ 123.109.492,38; Poder Judiciário, R$ 417.801.727,26; Poder Legislativo, R$ 140.175.990,81; e Tribunal Contas, R$ 36.368.285,04.

Ressalta-se que, se comparado aos valores pagos entre janeiro e outubro de 2012, as despesas do Estado chegaram a cerca de R$ 5,4 milhões. Ou seja: de um ano para o outro, a despesa aumentou cerca de R$ 500 milhões. O valor, aparentemente, não seria responsável por causar uma crise financeira tão grande quanto o que se afirma hoje.
Porém, o que chama a atenção realmente e termina por questionar as explicações dadas pelo Governo com relação a situação financeira do Estado é o confronto entre despesa e receita. Afinal, a despesa em 2013 foi de menos de R$ 6 bilhões, enquanto a receita, de R$ 7.739.577.322,09. Uma diferença de R$ 1,8 bilhão.

É importante ressaltar que, mais do que uma medida governamental para buscar a transparência na gestão pública, o Portal da Transparência também é lei. Lei Complementar nº 131, que alterou a Lei de Responsabilidade Fiscal no que se refere à transparência pública, especialmente ao determinar a disponibilização de informações sobre a execução orçamentária e financeira da União, Estados, Distrito Federal e Municípios.

Essa Lei estabelece que todos os gastos e receitas públicos deverão ser divulgados em meios eletrônicos. Municípios com mais de 100 mil habitantes, bem como órgãos estaduais e federais, têm o prazo de um ano para se adequarem à nova norma.

sábado, 26 de outubro de 2013

Definidos os finalistas do concurso de escolha do hino de Santa Cruz

A Prefeitura de Santa Cruz, que promove o concurso para a escolha do Hino Oficial do Município, divulgou os nomes dos compositores que foram pré-selecionados e que passarão para a segunda fase do certame.

Das sete composições que foram inscritas, três se classificaram e farão parte da apresentação pública. As composições escolhidas serão submetidas a julgamento por uma comissão que será formada para avaliar as obras de acordo com os critérios determinados pelo regulamento do concurso.

As composições escolhidas foram as dos compositores: Camilo Henrique Dantas Soares; Crisanto Dantas Sales de Freitas e José Washington da Silva.

Os artistas terão agora um período de ensaios como forma de preparação para a apresentação pública, momento em que será definida a composição vencedora.

A comissão de classificação formada por Ana Tereza da Penha Umbelino, Erivaldo do Nascimento Galvão e John Franklin Bezerra Gomes e que analisou todas as composições inscritas no concurso, esclarece que apenas as três composições escolhidas apresentaram condições de participarem da etapa final do concurso, por estarem em conformidade com o edital nº 001/2013.





Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Santa Cruz

Deputado Federal João Maia afirma que tendência do Partido da República é romper com Rosalba Ciarlini

O deputado federal João Maia, presidente estadual do Partido da República (PR), tem uma proximidade incontestável com o líder do PMDB no RN, Henrique Eduardo Alves. Tanto que, agora, parece seguir exatamente os mesmos passos do presidente da Câmara Federal: criticou o isolamento do Governo Rosalba Ciarlini e agora anuncia uma reunião para discutir, internamente, o futuro da aliança da sigla com o DEM. “Nós criamos dentro do PR núcleos regionais que eram pra ter se reunido dia 27 para tomar essa decisão, e não nos reunimos porque fui representar o governo federal numa missão na China. Mas vamos fazer a reunião”, afirmou o deputado em entrevista ao programa de RN Acontece, do jornalista Diógenes Dantas.
O porque dessa reunião? Pelo mesmo motivo que levou ao rompimento do PMDB. “É muito cômodo você dizer que vai embora, já que todo mundo foi embora mesmo, ou seja, o governo conseguiu sair de uma base de apoio imensa para um isolamento político muito grande. O governo se autoisolou, não é o povo que isolou o governo”, justificou João Maia, acrescentando que “Rosalba pode reclamar de tudo, menos de falta de apoio político, que já teve”.
João Maia ressaltou também que, além do isolamento, o Governo tem causado desagrado pela má gestão e por insistir na justificativa de crise econômica. Até porque, para Maia, esse não é, de longe, o maior problema da gestão estadual. “Eu acho que o governo desperdiçou essa base política. Um governo muito fechado, desconfiado, não é que o governo não tenha problema financeiro, ele tem. Mas dos 10 maiores problemas que o governo tem, o financeiro é um dos últimos. Tem problema de desconfiança, de ser fechado, de gestão”, analisou.
PMDB
Apesar de seguir, aparentemente, os mesmos passos de Henrique Alves, que primeiro criticou, depois marcou a reunião e oficializou a saída, João Maia tentou deixar claro na entrevista que a saída do PMDB do Governo não foi o determinante para o eventual rompimento do PR. Ressaltou, também, que o Partido da República não romperá, simplesmente, para se aliar aos peemedebistas.
“O nosso grande desafio é que precisamos ter um projeto para o RN. Politicamente, a situação política do RN é de vaca desconhecer bezerro. Porque o PMDB é muito forte e ficamos todos nós esperando o que o PMDB vai decidir, já que todos reconhecem a força que o PMDB tem”, analisou, enfatizando que “tenho o maior respeito pelo deputado Henrique Alves, que foi meu aliado em 2010 e continua sendo, tem uma posição de destaque hoje nacional, é o terceiro homem da República, mas o PMDB precisa tomar uma decisão, pois não dá para os demais partidos ficarem esperando até Deus sabe quando qual será a decisão do PMDB”.
Pelo menos, a possibilidade do PR continuar aliado ao Governo numa eventual reeleição de Rosalba, segundo João Maia, é bem pequena. “Tem muita dificuldade de não reconhecer que vai mal, e sim de mudar. Se vai mal, e se ela vai ser candidata à reeleição, se nós não vamos com ela e acho que a tendência dos partidos é não ir, qual é nosso projeto? Nós temos substância e força para estar no projeto majoritário; agora eu sou de grupo. Precisamos conversar com nossos aliados e saber qual é a do grupo. Eu não quero decidir isoladamente”.

ROMPIMENTO
Apesar das críticas feitas ao Governo e de dizer que não deverá apoiar uma eventual reeleição de Rosalba, João Maia não prometeu rompimento. Contudo, revelou na entrevista que já tem ideia do que o partido fará caso rompa. Afinal, conta com apenas dois cargos no primeiro escalão do Governo: a secretária Shrley Targino e Renato Fernandes, secretário estadual de Turismo.
“Shirley é da cota pessoal da governadora, apesar de ser uma militante do PR, e eu sei que se o partido pedir, ela sai. Nós não pediremos”, comentou João Maia, acrescentando que Renato Fernandes “sempre diz que enquanto estivermos no governo ele trabalhará muito, e se sairmos, ele sai junto”.